Cássio trata derrota com naturalidade e não acredita em mudança de pensamento no Corinthians
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Por Meu Timão
Goleiro manteve discurso do restante do elenco e garantiu pensamento jogo a jogo
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Desde o início da temporada, jogadores e comissão técnica adotam o mesmo discurso no Corinthians. Os objetivos são sempre os mesmos: ganhar o próximo jogo. As importantes marcas não são tratadas como prioridade, mas surgem naturalmente. Com esse pensamento, o fim da invencibilidade é tratado com tranquilidade pelo elenco, que não se vê pressionado para o duelo desta quarta-feira
"Naturalidade. Muitos números nós alcançamos e a imprensa que nos informa. Lógico que se almejava demorar o máximo para não perder. Infelizmente perdemos, mas tudo segue normalmente. Já passou. Agora temos um jogo importante e estamos pensando 100% nele. Se pontuarmos abrimos ainda mais vantagem das outras equipes", esclareceu Cássio, em entrevista coletiva após o treino desta terça-feira.
"Acho que é (um jogo) normal. Todas as equipes perdem. Não pensamos nisso. Passou a derrota e pensamos em continuar ganhando as partidas. Nada mudou aqui com a derrota. Desde o começo do ano não trabalhamos assim, não é agora que temos que mudar. Trabalhamos pensando jogo a jogo. Não é uma coisa minha, é do conjunto. Focamos no próximo jogo", completou.
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Embora tratado como algo natural pelos jogadores, surgiram questionamentos sobre o grande intervalo entre os jogos da equipe a possível influência disso no resultado contra o Vitória. Cássio, endossando o discurso do técnico Fábio Carille, não acredita na relação dos 13 dias de folga com a derrota sofrida no sábado. O goleiro ainda aproveitou para destacar o lado positivo do período sem atuar.
"Difícil fazer um prognóstico de como seria (sem o período de treinos). Acho que a folga foi boa porque conseguimos trabalhar. Os jogadores que estavam fora estão em fase final de recuperação. Não é demérito para quem vinha jogando ou estava no banco, mas queremos sempre contar com todo mundo", concluiu.
