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A autossabotagem do Corinthians com uma jovem promessa
Bruno Pantarotto

Estudante de jornalismo na Cásper Líbero e corinthiano roxo desde 2005 com passagens pela Time do Povo e Central do Timão. De Araguaína, interior do Tocantins, para a redação do Meu Timão desde 2024.

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A autossabotagem do Corinthians com uma jovem promessa

Dieguinho entrou apenas em dois momentos 'tranquilos' em jogos do Corinthians no ano

Foto: Wanderson Oliveira / Meu Timão

O jovem meia-atacante Dieguinho vive um paradoxo curioso em sua trajetória no Corinthians. Desde que foi promovido ao time profissional, suas oportunidades de entrar em campo têm sido restritas a momentos de extrema dificuldade. Jogos tranquilos, em que o time poderia experimentar e dar liberdade aos jovens, parecem fora de alcance. A consequência? Um ciclo quase de autossabotagem.

Por mais que a exposição em partidas complicadas sirva como aprendizado, ela também coloca o atleta sob uma pressão desproporcional. Cada entrada é praticamente um teste de fogo: a responsabilidade de mudar o jogo, de se destacar em meio ao caos tático e que o embate proporciona.

O jogador soma uma vitória, dois empates e quatro derrotas atuando pelo profissional. Os jogos? Santos (3 a 1), Sport (1 a 0), Bahia (2 a 1), Juventude (2 a 1), Fortaleza (1 a 1), Grêmio (1 a 1) e Sport (2 a 1).

Curiosamente, o único jogo em que o Corinthians venceu foi ainda no primeiro turno, quando o Timão esteve sob o comando do então interino Orlando Ribeiro, que utilizava Dieguinho nas categorias de base.

Nas partidas restantes, o atleta entrou nos minutos finais e em jogos que o Corinthians já estava perdendo, salvo a exceção do Fortaleza, quando foi titular e um dos destaques. Qual é sua recompensa por jogar bem? Ter menos chances.

Eu me pergunto o motivo de não o colocar quando vencia o Athletico-PR na Copa do Brasil, dentro de casa. Ou quando triunfava sobre o Mirassol, como o volante André Luiz entrou, fez gol e conseguiu ainda mais confiança.

O Corinthians, ao limitar suas chances a partidas de alto risco, corre o risco de prejudicar o desenvolvimento natural do jovem meia. Um equilíbrio entre momentos de pressão e jogos mais tranquilos permitiria que Dieguinho evoluísse de forma mais sólida, ganhando experiência sem que cada erro fosse um potencial trauma.

Se o objetivo é amadurecer jogadores, essa estratégia falha: Dieguinho corre mais riscos do que deveria, e o clube corre o risco de perder a chance de lapidar uma promessa, que já mostrou muito potencial.

Veja mais em: Dieguinho, Dorival Júnior e Base do Corinthians.

Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.

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Por Bruno Pantarotto

Estudante de jornalismo na Cásper Líbero e corinthiano roxo desde 2005 com passagens pela Time do Povo e Central do Timão. De Araguaína, interior do Tocantins, para a redação do Meu Timão desde 2024.

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    Dieguinho mostra alguns sinais chamativos em campo, o duro é que nosso momento é delicado e não da pra confiar da noite para o dia! Outro que sinto que já pode ter mais minutagem é o André! Principalmente no lugar do Maycon!

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    @bruno.souza47 em

    Depois daquele bom jogo contra o Fortaleza, praticamente o mlk não entrou mais em campo, ontem jogaram na fogueira...

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    60º. @juca.palacios em

    O Dorival é medroso e não sabe usar a base, e o Fabinho Soldado também peça extremamente nisso. Dieguinho tem futebol e personalidade, e Kayke foi queimado tendo 1% das chances do Thales e jogando 1000% do que jogou o Thales.
    Nisso não da para defender nem Fabinho, nem Dorival.

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    59º. @michel.carlos.da.sil em

    A questão em si não é essa, mas quem vai saír pra ele jogar? Se Gui Negão em melhor fase não joga muito com os titulares em forma, eles têm potencial sim é fato, mas o momento do clube não tá muito favorável pra dá oportunidades e lançar os moleque na fogueira, então é ter um pouco mais de paciência e indo evoluindo nos treinos que logo terá sua chance, e nessa hora mostrar seu futebol, salvem o CORINTHIANS!

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    58º. @marcio.jr em

    Acredito que o melhor momento para dar oportunidades ao jovem da base é o campeonato regional. O nível do brasileiro é mais difícil, sem contar que o torcedor é facilmente influenciado ao caos total quando perde... O próprio Gui Negão quando joga com Yuri Alberto é deslocado para fora da área. O Dorival está fazendo um bom trabalho com os jovens, mas é preciso ter paciência e entender que pressão atrapalha o desenvolvimento do jogador.

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    57º. @alisson-de-campos em

    A matéria do Pantarotto retrata a insuficiência e incapacidade técnica atual em administrar e efetivar novas realidades, já confirmadas como eficazes nas bases. Estão esperando eles "evoluírem" até a chegada de um treinador competente?

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    56º. @carlos.campos9 em

    O Corinthians se auto sabota em tudo, desde de dirigentes que lucram com o clube, até conselho omisso que não cumpre bem seu papel, até atletas de empresários, muitos sem condições de vestir nosso manto.
    Agora sabotam a criação de uma SAF, única forma de nos recuperarmos.
    Chega de tanta sabotagem..