Thiago Guassaloca
Nasci em 1990, o primeiro título do qual tenho vagas lembranças: Paulista de 1995, gol nos acréscimos de um jogador que eu nem sabia o nome na época pois era somente uma criança. Porém, o que me marcou não foi o gol, não foi o título, foi o grito do meu pai, a alegria da minha mãe, a camisa da Gaviões que colocaram em mim, com um gola redonda, tecido de lã, dava uma coceira danada. Enfim, saímos na rua para celebrar: eu, meu pai e minha mãe. Aonde quero chegar com esse testemunho? O futebol mudou, exige planejamento e organização. Estamos no Brasil, país do caos e da aleatoriedade, o Corinthians e uma BMW nas mãos de mortistaa de Celta. Acabou, não existe mais possibilidade de evolução, a dívida vai aumentar, os jogadores vão sair, o time será rebaixado novamente em algum momento e vai se afundar de tal maneira que não será possível reerguer. Eu vi 6 títulos brasileiros, 2 copas do Brasil, 10 títulos paulistas, 1 Libertadores, 2 mundiais e sabe o que eu não vejo? FUTURO. O futebol masculino do Corinthians morreu e está dando os últimos suspiros
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