Paulo Nascimento
ô Bruno, Piccinato não tá tão substimado assim não, devagar com o andor. Reconheço que ele melhorou nessa Libertadores, por duas razões, as jogadoras resolveram abraça-lo mais, dando-lhe uma chance, e ele resolveu ser um pouco mais ousado. Um primeiro passo foi redefinir o meio campo, com Day absoluta na volância, e duas meias a frente (Duda e Andressa), com isso ele sacou a centroavante e colocou duas atacantes de mobilidade (Zanotti e Monteiro), que atacava e voltavam para recompor o meio campo. Sendo que no 2º tempo colocava Jhonson pra correr nos contrataques (mas sempre no lugar da Monteiro). Pelas pontas fixou Robledo (um grande acerto, visto que até o final do Brasileirão não tinha confiança nela, foi preciso Jaque machucar para ele valoriza-la) e Tamires (ou Juliete). E ficou nisso, travado sem mudar o esquema e sem fazer variações (por exemplo se fosse Arthur, já teria colocado Jaqueline de ala esquerda no lugar de Tamires). O que pesa contra Piccinato é a insegurança, a demora para tomar decisão e o medo de fazer variações táticas.
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