Pablo Sola
Se eu me tornasse presidente do Corinthians hoje, venderia todo o time profissional (quem não fosse possível vender, rescindiria o contrato), demitiria toda a comissão técnica e diretores.
Colocaria o time sub-23 ou 20 para jogar e estabeleceria um teto de salários de 35 mil (salário mais alto da esfera governamental, como por exemplo o presidente do STF).
O foco seria sanear as finanças, priorizando o pagamento dos fornecedores e a divida bilionaria da arena. A dívida ativa da união, seria renegociada com base em um novo modelo de gestão com teto de gastos estabelecidos.
Todos os contratos seriam revistos e honrados no valor acordado, porem seriam feitas novas licitações em todos, controlados por auditores fiscais.
A máfia que controla o orçamento seria desmantelada e o clube teria pretensões modestas durante 4 anos até entrar em um equilibrio fiscal, tributário e orçamentário.
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