Paulo Santos
Amigo, concordo contigo. Mas é a questão, eu não estou a fim de aguentar mulambo me chamar de vice. Você está? Se for corinthiano residente de SP ou PR, não vai se importar, mas nós Corinthianos que são fora desse eixo SP/PR, onde a mulambada têm torcida equivalente ou maior que a nossa, ou seja TODO O RESTO DO PAÍS, é praticamente insuportável ter que num ano só ter sido chutado por eles da Libertadores e pra piorar a humilhação correr um sério risco de serem VICES da Copa do Brasil pra eles.
Chance nós temos, afinal ganhamos do Chelsea em 2012 que era muito mais time, porém tínhamos mais time também que o atual.
A questão é que nosso time MENTALMENTE já entra cagado contra eles, e se tomar apenas um gol, faz aquele papelão que foi no 2° tempo do jogo da Libertadores na Neo Química Arena. Uma vergonha. Pararam de jogar e assistiram os mulambos deitar em cima deles.
Sempre acreditei no Corinthians, é um gigante, mas quando se trata de jogar contra os mulambos desde 2019 é só peia, e parte desse elenco já vêm acumulando muita #$!@% da pra eles, e isso cria o cagaço mental na cabeça deles se tomar um gol, logo toma outro, fica na roda e toma um vareio de bola.
No Maracanã me surpreendeu a postura, mas mesmo assim o ataque foi ineficiente, foi um jogo apenas pra perder de pouco ou empatar. Pode ver que após o gol do Pedro, o time começou ralear o cagaço de novo, e só não tomou mais porque o Gabigol erra gol demais.
Pode ser diferente, pode, é final, e em final o Corinthians realmente é embaçado. É verdade que não tinha o Renato Augusto, e essa esquema atual, o entrosamento, enfim. Chance têm, o time deles não é esse absurdo melhor assim que o nosso. O problema é o lado mental do nosso time não ativar.
Isso é tão fato sobre a parte mental, que o Flamengo respeita e muito o Palmeiras, e vice-versa. O Athletico Paranaense mesmo time bem inferior consegue dificultar tanto para o Flamengo e para o Palmeiras, porque novamente o aspecto mental do time não permite o cagaço.
em Análise dos jogos > Corinthians tem boas chances, sim, de ganhar a Copa do Brasil mesmo...
Em resposta ao tópico:
Temos um confronto difícil contra o Fluminense, mas supondo que passamos, temos, sim, chances de sermos campeões e não somente entregar medalha ao Flamengo (como a maioria pensa).
Vou explicar os pontos que me fazem crer nisso.
1 - Provavelmente teremos Maycon e Renato Augusto (elenco completo)
Na Libertadores, no confronto contra eles, não pudemos contar com Maycon e Renato Augusto. É nítido que somos muito mais fortes e incomodamos muito mais nossos adversários com eles em campo (principalmente Renato Augusto).
Somos outro time com eles bem fisicamente e seremos outro time numa eventual final.
2 - O entrosamento do time
Desde que Vítor Pereira chegou, mudamos muito o time devido a sequencia de jogos, seja por desgaste, lesões ou por escolhas do próprio.
Agora, estamos começando a repetir escalação e criando entrosamento aos poucos de um time confiável. Jogadores novos com Fausto Vera, Balbuena e Yuri Alberto cada vez mais a vontade no time.
Dinâmicas no ataque com Róger Guedes e Yuri Alberto se aperfeiçoando cada vez mais, estão se entendendo cada vez melhor (criando entrosamento).
3 - As semanas livres do Vítor Pereira
Acredito muito no trabalho tatico do Vítor Pereira, pela primeira vez desde que ele chegou as semanas livres estão começando a aparecer e agora finalmente ele vai poder ensinar os conceitos táticos ao time de uma forma muito mais corretiva.
4 - As expectativas anteriores ao adversário
Olhando como ponto de partida até do rival, Abel Ferreira apanhou demais do Flamengo até chegar à final da Libertadores, de tanto enfrentá-los enxergou os caminhos táticos para bater o Flamengo e conseguiu.
Vítor Pereira viu ao vivo e a cores esse time do Flamengo jogar e com certeza vai estar muito mais preparado.
Tanto e que mudamos drasticamente do jogo na Neo Química Arena para o Maracanã. Já evoluímos de um jogo para o outro e ao menos no Maracanã até a expulsão do Bruno Méndez nós competimos (diferente do segundo tempo da Neo Química Arena).
Mas era difícil, sem Renato Augusto no meio para criar e Maycon para dar suporte, não tínhamos como ir muito além (a prova e a importância do Renato contra o Fluminense no Maracanã).
Enfim, com certeza não seríamos favoritos. É difícil, mas o ponto que quero chegar é que estaríamos muito mais preparados nessa final de Copa doBrasil que nos jogos da Libertadores.
O que me faz crer nisso é o jogo competitivo que fizemos no Marcanã, mas que faltou um Renato Augusto para desequilibrar.

