Trade12
Ótimo texto. Outra coisa importante pontuar, é que esse movimento de impeachment só começou depois que Fred luz sinalizou que iria revisar todos os contratos, aí os conselheiros foram a loucura.
Eu sou da opinião de quem não deve não teme. Pq os conselheiros tem tanto medo da revisão de contratos? Será pq muitos desses contratos são esdrúxulos beneficiando eles próprios através de empresas que prestam serviços para o Corinthians? Se mexer nisso aí vai feder!
Tuma tentou de todo jeito tirar Fred luz, não conseguiu então começou o processo de impeachment.
Isso tudo tá escancarado, só não vê quem não quer. Inclusive a própria mídia, que falam falam falam, mas não falam nada, pois ninguém toca na ferida, que é justamente a revisão de contratos.
Romeu tuma é um bandido antigo, que só tá lá para proteger os esquemas da facção que comanda o clube a décadas.
em Bate-Papo da Torcida > Carta aberta ao Sr Romeu Tuma Jr
Em resposta ao tópico:
Romeu Tuma Júnior, com todo o respeito à sua história profissional, é inegável que sua trajetória foi marcada por polêmicas que abalam sua credibilidade, especialmente para alguém que ocupa ou busca posições de destaque em uma entidade esportiva tão importante como o Corinthians. Sua exoneração do cargo de secretário nacional de Justiça em 2010, após acusações de envolvimento com a máfia chinesa, é um fato gravíssimo que não pode ser ignorado. Embora o senhor tenha alegado perseguição política na época, a suspeita de facilitar a entrada de imigrantes ilegais e manter relações estreitas com membros dessa organização criminosa foi amplamente noticiada e é algo que deixou uma mancha irreparável em sua reputação.
Além disso, os relatos de irregularidades durante sua gestão no setor público colocam em dúvida sua capacidade de liderar qualquer projeto que exija ética, transparência e comprometimento com o interesse coletivo. A gestão do Corinthians e sua torcida merecem ser conduzidas por pessoas com uma conduta íntegra, sem a sombra de escândalos ou suspeitas de práticas duvidosas.
Portanto, não se trata apenas de 'deixar o Corinthians em paz', mas de refletir se sua presença no clube, ou mesmo em espaços de liderança, é adequada diante de um histórico tão controverso. Em vez de insistir em se colocar à frente de questões tão importantes, seria mais prudente reconhecer que o Corinthians – assim como qualquer instituição respeitável – precisa de lideranças cujo passado inspire confiança, não desconfiança.






