Roberto Nunes
Não sei o modelo que eles adotaram. Devem ter contratado uma firma idônea, apoiado pela experiência do vendedor de tomate, e desenvolvido a tal moeda. Poderia ser um modelo de emissão de uma quantidade de moedas, sendo metade em posse do Corinthians. Com essas moedas poderia se comprar ingressos para os jogos, camisas pelas lojas oficiais, experiências em dias de jogos, com um bom desconto. Assim, o cara compraria um ingresso de 100,00 por 70,00. Isso valorizaria a moeda, pois Cor$ 70,00 seriam equivalentes a R$ 100,00. E o Corinthians ia ganhar nessa valorização com a metade das moedas em sua posse, negociando frações desse montante.
Mas nada disso é viável nesse nosso time, comandando por picaretas e incompetentes. Quem acredita nas ações do clube?
em Bate-Papo da Torcida > Que fim teve a criptomoeda do Corinthians?
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