Dilmo Santana
Para esses grupos investirem eles analisam não só o time de futebol e sim o contexto. O futebol brasileiro não desperta tanto interesse fora do Brasil isso fica muito claro com a vinda do Memphis. O que interessa para um grupo City por exemplo é apenas a captação de jovens jogadores como ficou claro recentemente. Em pouco mais de um ano a divida aumentou o equivalente a um outro estádio e assim permanecerá se nada for feito. Para esse tipo de comentário é preciso perguntar ao Sr. Duílio ou para qualquer outro torcedor se eles colocariam esse dinheiro no Corinthians do jeito que está. O Corinthians no modelo que está é um investimento de altíssimo risco e tirando a paixão ou interesses pessoais qualquer leigo sabe disso. O modelo da SAFiel foi desenvolvido com base na mística de que o Corinthians é o time do povo e fundamentada na crença de que nossa torcida nunca vai abandonar. Me parece que isso tem sido a esperança de algumas iniciativas colocada a prova. Sempre acreditei que se a solução partir do centro do bando de loucos seremos uma potência mundial em todos os sentidos
em Bate-Papo da Torcida > PIF, QSI, Mubadala, City Group, EAU, Dubai Holding tem interesse no...
Em resposta ao tópico:
'Vivendo os últimos meses da administração como presidente do clube, Duílio Monteiro Alves revelou em entrevista à emissora CNN que recebe procuras constantes de fundos interessados em investir em um modelo de SAF.'
Palavras de Duílio em julho de 2023: 'O Corinthians tem procuras quase que diárias dos maiores fundos de investimento de todo o mundo. (...) De pessoas importantes, de mundo árabe, fundos de famílias donas desses países. Muitos, mais de um. Qatar, Arábia Saudita, Dubai. Sempre existe a procura através de fundo de investimento, de representantes'
Aos que concordaram com a recusa de Duílio, para esses fundos de investimentos, eu faço uma pergunta: ele estava certo?
'Ain viraríamos satélite do time tal': Ele nos fez satélite de ZENIT e Cuiabá, já que adorava fazer negócios com os mato-grossenses.
'Ain a gente ia perder identidade': Bahia não perdeu, Cruzeiro não perdeu, Botafogo não perdeu. A única SAF que tirou a identidade do clube foi a do ex C.A. Bragantino, e garanto que hoje eles preferem muito mais ser Red Bull Bragantino.
'Ain perderíamos a voz dentro do clube': Que voz nós temos hoje? Nenhuma. O torcedor só assiste de longe enquanto dirigentes fazem o que querem, gastam o que não têm e deixam dívidas para o próprio clube pagar.
Numa SAF, o dono depende diretamente do sucesso do clube para ter sucesso pessoal e financeiro.
Ele precisa do estádio cheio, da torcida engajada, do time vencendo, porque se o clube vai mal, ele perde o próprio dinheiro, não o do torcedor. Isso muda tudo: o dono tem interesse real em acertar, investir bem, planejar e valorizar a marca.
Ou seja, em vez de perder voz, a torcida passa a ser parte essencial do negócio, e o clube finalmente passa a ser tratado como algo sério, não brinquedo político.
Finalizo com as palavras de Miguel Marques (suposto palmeirense) que preside o CORI: 'O clube é do associado, não da torcida'
E com uma imagem do futuro promissor do Bahia, graças ao City Group: