Marco M
Pois será um tiro no pé deles.
O fair play financeiro acelarara a queda dos ratos que aqui habitam e, assim, acelerara o processo de profissionalização do clube.
Com sorte, poderá ser a pa de cal no modelo falido de associação que temos que impulsionara a SAFiel.
Com a SAFiel não vai ter mais espaço para negociatas obscuras com empresarios, não terá mais Jaça, Nenê do Posto e Cia Ltda na base, não terá mais Armando Mendonça a frente do Almoxarifado, não terá mais cartão adicional para o Andrés Sanchez esbanjar, etc.
O fair play financeiro mira no falido Corinthians associativo, mas pode acertar na SAFiel e destravar o verdadeiro potencial do Corinthians
em Bate-Papo da Torcida > Fair play ou jogo sujo? O verdadeiro alvo é o Corinthians. Já estou...
Em resposta ao tópico:
Fair play financeiro que a CBF está discutindo (espelhado no modelo da UEFA) e que Palmeiras e Flamengo — hoje organizados e fortes — querem empurrar goela abaixo, porque o principal alvo é o Corinthians.
Já falei disso há muito tempo.
Fair play ou jogo sujo? O verdadeiro alvo é o Corinthians
Nos bastidores da CBF já corre uma proposta para implementar de vez o fair play financeiro no futebol brasileiro. A ideia parece bonita no papel: punir clubes que gastam mais do que arrecadam, impor multas e até barrar contratações de quem não estiver em dia com suas contas. Mas quem está puxando essa pauta? Justamente Palmeiras e Flamengo, os dois clubes que hoje concentram poder, mídia e dinheiro.
O problema é que esse discurso de “organização” não é neutro . Ele nasce de uma rivalidade de mercado. Porque, dentro de campo, a bola é redonda, mas, fora dele, o Corinthians é o único clube capaz de rivalizar em tamanho, torcida, engajamento, mídia, faturamento e impacto cultural.
Mesmo vivendo a maior zona administrativa da sua história, com gestões corruptas, dívidas, desvios e juros absurdos, o Corinthians ainda fatura 1 bilhão. Ainda arrasta multidões. Ainda coloca medo em qualquer grande, mesmo que tropece contra pequenos. Isso incomoda.
Palmeiras e Flamengo hoje são os “bonzinhos” da organização, vendendo a imagem de clubes-modelo. Mas não se engane: o objetivo deles ao defender o fair play financeiro é amarrar o Corinthians. Querem transformar uma regra em arma para segurar o único rival que pode, mesmo cambaleando, bater de frente com eles no mercado e na paixão popular.
É o mesmo “espírito de porco” que o Corinthians já denunciava lá atrás, quando nossos jogadores morreram em acidente e só o Palmeiras se recusou a permitir a substituição. Agora, o jogo é outro, mas a lógica é a mesma: travar o Corinthians.
O fair play no Brasil, do jeito que eles querem implementar, não é justiça. É estratégia de poder. Porque sabem que, se o Corinthians arrumar a casa, não há Palmeiras, Flamengo, Globo ou CBF que segure o peso da Fiel.

