Alisson Santana
A frase acima nos remete a uma história de tragédia, e de como o tempo não volta...
Inês teria sido o grande amor de um imperador português, impedido de se casar com ela por circunstâncias ligadas ao trono, tal rei ainda a viu ser assassinada. Quando ascendeu ao trono, o imperador então teria dito, diante da circunstância tardia 'agora, do que adianta, Inês é morta!'.
O que isso tem a ver com o Corinthians? Simples, vejo nossos nobres conselheiros empenhados em mostrar que seremos um clube mais democrático' olha, o fiel torcedor terá direito ao voto ', todavia, a questão é: Agora, Inês é morta!
Votar em um sistema falido, o associativo, em um clube com uma dívida de 2,7 bilhões, com candidatos viciados dentro do sistema irá alterar algo? O voto ao fiel torcedor deveria ter sido concedido muito antes, quando estávamos entre os líderes no número de sócios, quando o clube era rentável! Se isso tivesse acontecido, você acredita que o Andrés Sanchez teria tido um segundo mandato? Que Duílio Monteiro Alves teria sido eleito? Outros nomes surgiriam, o eleitorado seria maior, agora, sinceramente, escolher entre o menos ruim tanto faz... Na verdade, anseio pela intervenção judicial e pela SAF, porque sinceramente, no modelo atual, tanto faz... Agora 'Inês é morta!'

