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No dia 21 de dezembro, o Corinthians entrou em campo com aquela cara de quem não estava ali pra fazer amizade. Não foi jogo bonito de revista, foi jogo de Corinthians: pegado, tenso, nervoso até o último minuto. Cada dividida parecia final de campeonato e cada lance era tratado como vida ou morte. O time não sobrou tecnicamente, mas compensou na vontade, na raça e no famoso “não vou perder”.
A vitória veio do jeito que a Fiel conhece bem. Sofrida, suada, quase irritante para quem torce contra. Enquanto o adversário tentava organizar alguma coisa, o Corinthians foi lá, resolveu quando deu e segurou quando precisou. No apito final, o que ficou foi o alívio, a comemoração e aquela sensação clássica: ninguém gosta, mas todo mundo respeita.
Dia 21 de dezembro não foi só mais um jogo. Foi mais um lembrete de que o Corinthians não precisa ser perfeito. Só precisa competir. E quando compete, normalmente vence
