Rodrigo Silva
Cara como pode ter tanta gente que não sabe as condições do clube!
Estamos falidos, sem dinheiro e sem crédito mercado.
Temos transfer ban logo ali, não pagamos o Garro, o péssimo Alex Santana, o Caça...
Como vamos ter um projeto.
Como vamos montar um time sem dinheiro?
A única coisa que temos são os patrimônios, que estão penhorados, a mística e força da nossa camisa e fiel torcida.
Que comentário pobre e desconectado da realidade.
Tudo que escrevi me dói muito, mais essa é a nossa realidade.
E enquanto estiverem os ratos que dirigiram o Corinthians nós últimos tempos em nosso quadro essa realidade não vai mudar tão cedo.
Como vejo discursos rasos.
em Bate-Papo da Torcida > Rony e Alisson: escolhas de Dorival ou falta de projeto?
Em resposta ao tópico:
O Corinthians demonstra interesse na contratação de Rony, ex-Palmeiras. Assim como ele, outra aposta da comissão técnica — trazida por indicação do Dorival Júnior — é Alisson, ex-São Paulo.
Particularmente, não vejo muito sentido em buscar Rony, um jogador que não fez grande temporada recentemente no Atlético-MG e, mesmo antes de deixar o rival, não vinha desempenhando em alto nível. Já Alisson, embora seja de confiança do técnico, também não passa por boas fases há tempos.
Esses dois casos são exemplos claros das preferências pessoais do treinador — assim como a não permanência de Alex Santana e Héctor Hernández, ou até a defesa insistente de Cacá, que igualmente não tem apresentado atuações convincentes.
Aqui, faço uma ressalva: a questão não é necessariamente a qualidade individual dos jogadores que chegam ou daqueles que são deixados de lado. Minha preocupação é com a continuidade. São nomes que entram e saem com o aval do técnico, mas, a longo prazo, qual é o planejamento de Dorival à frente do Corinthians?
Vivemos todos os anos a “dança das cadeiras” no futebol brasileiro quando o assunto é treinador. Como ficarão esses atletas escanteados ou os recém-contratados em uma possível troca de comando? É algo que deve nos fazer refletir — e ficar atentos.
E sobre Rony: se o interesse é real e a ideia seria trazê-lo no lugar de Júnior Santos, era melhor ter mantido no elenco Ángel Romero. Em entrevista recente, o paraguaio deixou claro que as poucas oportunidades que recebeu em 2025 se deram porque o treinador não contava com ele.
No momento, mais do que discutir nomes, precisamos questionar se há um projeto sólido por trás das escolhas — ou se são apenas decisões isoladas que podem custar caro ao futuro do clube.
