Marvin Brajon
Cara eu não gosto de Dorival, longe disso, mas querer colocar na conta dele os últimos resultados não dá... Ontem a culpa foi dele aquela pixotada de Gabriel Paulista? Concordo que não dá pra aceitar que o time fique jogando por uma bola. O elenco é limitado e ponto. Os caras não tiveram uma pré-temporda de respeito, isso também tem que ser levado em conta. De fato o Dorival entregou resultados, entregou números, mas assim como os pontos negativos não são só dele os positivos também não são... Eu acho que o Corinthians precisa sair do ostracismo, técnicos antigos, meio que ultrapassados, pra uma mudança de mentalidade de futebol é preciso dar uma refrescada no cenário. Tem alguns nomes interessantes no cenário nacional que poderiam ser considerados! Trocar agora seria amadorismo... Sei que as viúvas de Tite estão por aí, mas veja que não tem dado certo com ele nos últimos 3 locais que treinou!
em Bate-Papo da Torcida > Quando técnico começa com esse discurso… a demissão vira questão de...
Em resposta ao tópico:
Só espero que parte da torcida que defendia a permanência dele perceba que esse já é discurso de técnico que não tem mais o que entregar ao time. Quando começa nesse tom, normalmente é porque o trabalho já chegou no limite.
O Ramón Díaz fazia muito isso também. Não sei se vocês lembram, mas ele vivia trazendo à tona aquela arrancada de 2024, usando aquilo como muleta o tempo todo para justificar o presente. Só que futebol não vive de lembrança.
Eu sei que ainda vai ter torcedor apoiando, e faz parte. Mas o problema é que o Sport Club Corinthians Paulista muitas vezes age como time pequeno, enquanto outros clubes no Brasil tomam decisões com mentalidade de time grande.
Eu gosto de olhar para quem faz bem feito. E quando penso nisso, penso no maior clube do mundo, o Real Madrid CF. O Real Madrid não fica preocupado com o que a imprensa vai falar quando decide mudar de rumo. O clube pensa no Real Madrid. Se entende que daquele jeito não vai ganhar, muda.
Foi assim quando decidiu trocar o rumo técnico mesmo com pressão. E hoje vemos o Real Madrid novamente competitivo na UEFA Champions League, brigando de frente e com totais condições de eliminar o Manchester City. Coisa que não aconteceria com o antigo técnico.
Infelizmente, no nosso caso, muitas vezes parece que o clube prefere esperar o desastre acontecer. Espera ser eliminado, espera brigar lá embaixo na tabela… para só depois tomar a decisão que poderia ter sido tomada muito antes.
E o mais complicado é que parte da torcida acaba normalizando isso. Acaba apoiando a continuidade de um trabalho que claramente já não entrega mais. Isso, no fim das contas, é aceitar o fracasso como algo normal.
