Irmão, você mesmo respondeu sua pergunta sem perceber. Quando o custo de algo cai sem o Estado interferir — por eficiência, concorrência ou liberdade de escolha — isso é ótimo. Agora, quando “fica mais barato” porque o Estado decidiu, geralmente significa só uma coisa: alguém está pagando essa conta em outro lugar.
Porque o próprio Estado cria burocracia, monopólio de autoescolas, exigências infladas… e depois aparece como “salvador” reduzindo um pouco do que ele mesmo inflou. Isso não é benefício, é controle.
O Povo não quer desconto, quer liberdade. Quer poder escolher como aprender, com quem aprender, quanto pagar — sem uma máquina dizendo o que é obrigatório.
No fim, não se trata de ser contra algo “ficar mais barato”. Trata-se de entender que o melhor cenário é quando as coisas ficam mais baratas apesar do Estado — não por causa dele.
Liberdade não é quando o governo te dá um alívio. É quando ele sai do caminho.
Só pra deixar claro, de forma bem simples: eu não sou apoiador nem do Lula, nem do Bolsonaro.
Minha posição não gira em torno de político ou partido. Eu não acredito que a solução venha de um governante “certo”, mas sim de menos poder concentrado nas mãos de qualquer governo, seja ele qual for.
Pra mim, não importa quem está no poder — esquerda ou direita — se o Estado continua crescendo, interferindo mais na vida das pessoas e limitando escolhas individuais, o problema permanece.
Minha defesa é por mais liberdade individual, mais responsabilidade do cidadão sobre a própria vida e menos dependência de decisões impostas de cima pra baixo.
Não é sobre escolher um lado político. É sobre não depender deles.