Enotsega Alves
O procedimento administrativo teve origem em 2012, após autuações fiscais decorrentes da suspensão da imunidade tributária do clube entre 2006 e 2011.
À época, os débitos já superavam R$ 400 milhões.
Foram indiciados criminalmente em razão do calote os dirigentes Andrés Sanchez, Roberto Andrade, Raul Corrêa da Silva e André Negão.
Com recursos obtidos por meio da antecipação de cotas de televisão da Globo e de empréstimo concedido pela Federação Paulista de Futebol, o Corinthians, em vez de responsabilizar os envolvidos, desembolsou R$ 15 milhões para quitar parte da pendência e livrá-los da possibilidade de prisão.
O Ministério Público Federal acusava o quarteto de sonegação fiscal no período entre julho e dezembro de 2010.
Os cartolas livraram-se definitivamente do processo quando o Corinthians conseguiu incluir a dívida em um novo programa de parcelamento.
A pendência, porém, foi sendo incorporada a outras renegociações ao longo dos anos e transformou-se em uma verdadeira bola de neve, que não para de crescer.
Fonte: blog do Paulinho
Como a torcida deixou isso acontecer?
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