Giovani Cari
Respondendo sua pergunta:
O time de hoje não.
Mas quem se interessa pela história do Corinthians, vendo as glórias e os triunfos sobre times que hoje são considerados 'bicho papão' ficaria apaixonado pelo Corinthians sim, já batemos os melhores times do mundo futebolístico, já ganhamos taças que ninguém mais tem, nossa galeria de craques ao longo de décadas faz sentir um imenso orgulho de ser Corinthiano; é com th sim, já fomos base de seleção brasileira, já conquistamos taças na Europa, ser Corinthiano não é uma opção é um amor que nasce contigo pouco importa se o pai é palmeirense, são paulino ou viúva do Pelé se for pra ser será corinthiano contra tudo e contra todos.
Não é uma camisa preto e branco é um manto sagrado.
A história do Corinthians deveria inspirar esses jogadores atuais, mas infelizmente eles só pensam na quantidade de casas decimais no salário.
em Bate-Papo da Torcida > O time de hoje faria uma criança/adolescente entender e se apaixonar...
Em resposta ao tópico:
Comecei a acompanhar futebol em 2001, com 8 anos.
Nessa época, já tínhamos um time muito bom.
Assisti ao Corinthians ser campeão em 2005 com Tevez, vibrei com os gols dele e fiquei pistola com a eliminação para o River em 2006.
Porém, eu ainda era um torcedor comum.
Contudo, em 2007 o jogo virou para mim. Naquele ano, me tornei um torcedor fanático e apaixonado. Não lembro se foi por ter pesquisado a história do clube ou por ter me identificado com aquele time horrível, mas de muita raça.
No ano da queda, eu sempre sabia que nosso time era pior que o adversário. Os jogadores eram muito ruins.
Mas, naquela reta final, tivemos algumas vitórias impressionantes, com gols na raça e personagens improváveis.
Felipe defendendo os pênaltis do Paulo Baier. Betão fazendo o gol da vitória sobre o São Paulo, que já contava com a vitória antes da hora.
O São Paulo ria e zoava a semana toda; já se considerava campeão. Era o melhor time do Brasil, e nós o vencemos na raça.
Éramos chacota nos programas de TV, tendo como único defensor o Dr. Osmar.
Cada jogo naquele ano era uma guerra, e não podíamos perder nenhum.
Eu vivia cada partida como se fosse a coisa mais importante da minha vida.
Ao final, ficou a sensação de que fomos rebaixados de maneira injusta, com a suspensão do Finazzi e o juiz deixando o Goiás bater três pênaltis contra o Inter até conseguir fazer o gol.
Aquele time era muito ruim, mas não sei se pela pressão da torcida ou por outro motivo, os caras davam a vida em campo. Eu tinha 14 anos, e aquilo era incrível.
O time foi rebaixado, mas esse ano me tornou o corinthiano fanático e apaixonado pra sempre.

