Carlos Martins
Esses três são a verdadeira cara do atraso. Representam o que há de pior no clube, são partícipes da destruição do Corinthians.
em Bate-Papo da Torcida > Três conselheiros, mais um atraso para o Corinthians
Em resposta ao tópico:
Quando o Corinthians mais precisa de renovação, transparência, participação dos associados e modernização de sua estrutura política, três conselheiros vitalícios decidiram recorrer à Justiça para impedir a votação da reforma estatutária:
Ademir de Carvalho Benedito
Alexandre Husni
Guilherme Gonçalves Strenger
Os três têm o direito de questionar judicialmente qualquer possível irregularidade. Mas a torcida também tem o direito de avaliar as consequências políticas dessa iniciativa.
Na prática, a ação conseguiu paralisar novamente uma discussão fundamental para o futuro do Corinthians. Enquanto o clube enfrenta uma dívida gigantesca, crises administrativas, insegurança política e perda de credibilidade, parte de seus dirigentes continua concentrando energia em disputas processuais e batalhas internas.
O Corinthians não pode permanecer refém de um sistema político fechado, comandado durante décadas pelas mesmas figuras e pelos mesmos grupos. Quem ocupa um cargo vitalício deveria trabalhar para garantir a sobrevivência institucional do clube, e não contribuir para prolongar uma estrutura que comprovadamente fracassou.
QUEM SÃO OS AUTORES DA AÇÃO
Ademir de Carvalho Benedito — conselheiro vitalício e integrante histórico da política interna corinthiana.
Alexandre Husni — conselheiro vitalício, ex-presidente do Conselho Deliberativo e participante direto de decisões políticas importantes do clube.
Guilherme Gonçalves Strenger — conselheiro vitalício e ex-presidente do Conselho Deliberativo.
Esses nomes precisam ser conhecidos pela Fiel porque decisões políticas têm autores, consequências e responsabilidades.
Não se trata de promover ameaças, perseguições ou ataques pessoais. Trata-se de exercer o direito legítimo de fiscalização e cobrança. A torcida precisa observar quem trabalha para modernizar o Corinthians e quem, por suas atitudes, contribui para manter o clube preso ao passado.
O Corinthians está lutando por sua sobrevivência financeira, administrativa e institucional. Não existe mais espaço para vaidade, privilégio vitalício ou guerra de bastidores.
O Corinthians precisa mudar. Quem impede a mudança deve explicar publicamente o que pretende oferecer no lugar dela.
A resposta da Fiel deve ocorrer com informação, mobilização, participação política e cobrança pública — sempre dentro da lei e sem ameaças.
