Alan Bahia
As grandes seleções não desperdiçam seu grandes jogadores com 30+ e encontram formas pra eles jogarem, mas no Brasil, outrora país do futebol, não é possível, estão preferindo a perfeição tática ao talento, jogador bom é o que corre o jogo inteiro atrás do lateral, e do volante adversário.
James na Colombia, CR7 em Portugal, Messi na Argentina, Modrick na Croácia, foram privilegiados dentro do esquema do time, nenhum se arrependeu, de arrependimento só o dos uruguaios por não terem levado o Suarez.
Temos que copiar o que há de bom na Europa, mas mantendo nossa essência, o Brasil sempre foi forte, mesmo quando perdia, mas sempre erámos dominantes com a bola, nem o grande Felipão, que às vezes gostava de uma retranca, deixaria a Noruega ter 65% de posse de bola.
em Bate-Papo da Torcida > O que esses caras têm em comum?
Em resposta ao tópico:
Nunca fiz postagem para criticar o Memphis no Timão ! Aliás, fiquei muito feliz em vê-lo em campo por aqui! Mas, nos últimos meses no Corinthians, percebi que o time caía fisicamente com ele em campo e ficava pesado. Pensei, porém, que ele estava se poupando para a tão sonhada última Copa. (E não admito isso, não: se está aqui, tem que dar o sangue AQUI!)
De toda forma, ele chegou à sua tão sonhada Copa do Mundo e... Nada. A seleção holandesa caía drasticamente fisicamente com a entrada dele; ficava lenta e cansada!
O mesmo ocorreu ontem, na derrota do Brasil, quando Neymar entrou. O Brasil pareceu trocar um jogador cansado por um MUITO cansado. Morreu ali a esperança do hexa!
A pergunta que não quer calar é: será que o Corinthians, que começou agora a jogar um futebol mais vistoso, rápido e eficiente, precisa mesmo renovar com o Memphis? Começo a me questionar!


