Roberto Carlos
E esses times dividem as cotas nos estaduais? O patético mimiminero recebe o mesmo que a Caldense? E o salário desses 'gornalistas', que tal fazer o salário desses caras igual ao de um jornalista que escreva num jornal de bairro? Aí não, né? É muito chororô!
em Bate-Papo da Torcida > Espanholização do Futebol Brasileiro?
Em resposta ao tópico:
Um fera postou esse tópico, mas botando fonte do UOL, como me recuso acessar esse site, melhor compartilhar ideias e opiniões por aqui.
Tem muitos órgãos de imprensa e jornalista que estão difundindo essa ideia que com o aumento das cotas de TV pra Corinthians e Flamengo irão tornar o futebol brasileiro igual Espanha, concentrado nos dois clubes.
Pois eu acho ridículo querer implantar o SOCIALISMO no futebol, assim como socializar os ganhos de emissoras de TV, sites, jornais, caches de artistas, de jogadores, de médicos, advogados, dividindo de forma igual entre os que faturam menos.
O sistema é CAPITALISTA, se for pra socializar o futebol, que faça com todos setores da sociedade. Vão encher o saco de Coca, Ambev, Microsof, Google, Facebook a repeito da Espanholização, que dominam mercado e socializar seus lucros.
Mas voltando ao futebol, citam a Premier League como exemplo mais justo, mais social a distribuição das cotas de TV, pois bem, analisem de 2003 pra cá, comparando de quando mudamos pra pontos corridos.
De 2003 a 2014:
Espanha - 4 Campeões - Real, Barca, Valencia, Atl Madr
Inglaterra - 4 Campeões - Machester United, City, Arsenal e Chealsea
Brasil - 6 Campeões - Corinthians, SP, Santos, Fla, Flu, Cruzeiro
O sistema de pontos corridos premia os mais regulares com mais estrutura, não estamos tão longe de Espanha e Inglaterra.
Esse termo Espanholização do Futebol Brasileiro foi criado por algum jornalista infeliz, socialista, torcedor de um time que era considerado grande e ficou parado no tempo como Botafogo/Vasco e muitos outros jornalista papagaios de repetição insistem em repetir esse termo querendo puxar a brasa pra sardinha deles.
O Corinthians vai se tornar uma potencia por méritos próprios, pela profissionalização, estrutura que está crescendo e por seus torcedores que não deixam de acompanhar o time, tornando-os não apenas torcedores, mas sim consumidores da marca Corinthians.
