Anisio Molim
Se o Ralf, saísse para o futebol Europeu nos grande clubes, ele jamais vestiria a camisa de meio campista, no máximo, ele iria fazer a linha de 3 zagueiros como é comum ver isso na Europa.
Lá o meio campista tem que saber sair jogando, dar passe de profundidade, chegar para o arremate de fora da área, ajudar na marcação em todos os setores e mais algumas coisas, que está totalmente fora das atribuições e conhecimento futebolístico do Ralf.
Mas, aqui nesse futebol chifrim praticado no Brasil, ele é monstro, mito, ídolo e mais um monte de baboseira.
Ganhou a Libertadores e o Mundial, e ninguém se interessou em levá-lo para outras praças mais atualizadas de futebol. Nunca vestiu a camisa brasileira como titular, nem mesmo em jogos caça níqueis, os mais preferidos da CBF. Somente os chineses, e assim mesmo, ficou muito pouco por lá.
Acho que Ralf seria um grande zagueiro, fora disso, é um brucutu, que se assemelha a muitos no futebol brasileiro de hoje.
Muita semelhança com outro mito, ídolo, monstro de nome Carille.
Os ralfistas e carillistas, podem negativar a vontade.
em Análise dos jogos > Nunca expulso
Em resposta ao tópico:
Próximo de completar 400 jogos pelo Timão (tem 388 atualmente), o volante Ralf nunca foi expulso pelo clube e, aos 34 anos, diz não se lembrar de já ter recebido um cartão vermelho na carreira.
A cada dia que passa se torna mais ídolo, como pode o cara nunca expulso, monstro de mais!








