O torcedor precisa saber o que a diretoria pensa
Opinião de Fabio Marinho
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Armando Mendonça e Osmar Stabile reunidos durante evento
Foto: José Manoel Idalgo / Corinthians
Desde o dia 26 de maio, quando Augusto Melo foi afastado pelo Conselho Deliberativo, todas as decisões foram designadas ao então vice, Osmar Stabile.
Até o momento, tivemos a palavra oficial do presidente interino em duas oportunidades: a primeira logo quando empossado e a outra quando os Gaviões da Fiel ocuparam a sede social protestando em 3 de junho.
Foram 31 dias de paralisação dos campeonatos e, ainda assim, não houve nenhuma coletiva da diretoria com a imprensa, explicando os rumos do clube.
Apenas ouvimos os auxiliares de preparação física em atividade no CT.
Vimos o atleta mais caro do elenco faltar a uma sessão de treino como forma de protesto por pagamentos atrasados. Uma espécie de ultimato para resolução de seu problema.
Constantes vazamentos de contratos e documentos sigilosos.
Notícias de que gestores do passado fizeram malversação com o dinheiro do clube.
Na volta dos jogos oficiais, tivemos Cacá e Matheus Bidu como porta-vozes em zona mista para explicar a derrota e comentar a ausência do atleta midiático no treino.
Por que não o executivo de futebol Fabinho Soldado?
Urge a necessidade de melhor comunicação do presidente Osmar Stabile e seus "stakeholders" (como ele cita seus parceiros de trabalho).
A impressão é que há uma falta de comando, que está esperando a assembleia dos sócios para definir o seu futuro.
Até lá, o prejuízo pode ser incalculável.
Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.
