Não existe filho de deus dentro de banco nenhum, muito menos na Caixa ou no Banco do Brasil, que são públicos e têm de prestar contas ao governo federal. O que existe é um contrato firmado com concordância entre as duas partes e regras para renegociação com redução e abatimento de dívidas conforme normas previstas pelo Banco Central. Na minha opinião, a dívida aviltante não decorreu da cobrança de juros, porque estes foram até abaixo da a média do mercado, mas da irresponsabilidade de quem contraiu uma dívida superior à capacidade de pagamento do clube e ainda disse que a quitaria facilmente em poucos anos.