Tom Rodrigues
Muito bem pontuado, mas existe a outra ótica do investimento que é o torcedor buscando melhorar a estrutura e Competitividade do time, que ao meu ver seria o principal objetivo da maioria, visto que a ideia da captação seria a pulverização do capital entre os torcedores do clube.
Sobre investidor externo tem que tomar cuidado com os larápios, já parou para pensar se o ex-dono do Botafogo fosse dono da SAF do Corinthians? Lá mesmo em um time com menor potencial financeiro deixou uma bomba de 2.5Bi, aqui a dívida iria dobrar ou pior... Ainda bem que temos uma governança excepcional que certamente barraria qualquer estelionatário, como fizeram com a Taunsa kkkkkk
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Em resposta ao comentário:
Com todo respeito, como torcedor eu quero o melhor para o Corinthians, mas eu li o portfólio de 30 páginas do grupo e não fui convencido. A mera expectativa de captação de recursos não é algo tangível e pode gerar um prejuízo milionário ao torcedor. A taxa de juros no Brasil está muito elevada, se a captação de recursos não for capaz de fazer frente ao montante da dívida, os juros vão seguir corroendo o patrimônio do clube e, por consequência, os ativos dos torcedores que comprarem as ações.
Ainda que se tornem credores, dificilmente vão recuperar esse dinheiro no caso de insucesso do projeto.
O Corinthians precisa de um investimento externo inicial capaz de adimplir em torno de 70-80% dessa dívida de 3bi para que, com o faturamento do clube, dê para pagar juros e amortizar a dívida em um prazo sustentável que permita o reinvestimento, crescimento do clube e retorno aos investidores.
Acho que o torcedor corre o risco de cair numa ilusão, comprar ações de altíssimo risco, cujo retorno econômico é muito demorado (no projeto são 5 anos sem pagar dividendos), e provavelmente não se justifica ao analisar outras opções de ações em termos de risco e recompensa. Enfim, fica um alerta, tomem cuidado.
