Tassos Epitacio
Cara sinceramente. Você faz um malabarismo circense pra tentar justificar algo injustificável. Te mandei o link das matérias. Se deu ao trabalho de ler? Não consigo acreditar que isso tudo é pra não admitir que o argumento utilizado por você anteriormente é invalido. Grave defeito.
Vou transcrever seu tópico aqui e refutarei palavra por palavra.
'Li outro dia desses, ano passado, acho (salvei em meus favoritos. Depois procuro e te envio), que a FIFA passou a não considerar jogadores como partes impedidas de participação nos direitos econômicos. Então Balbuena em 2016 não era exceção.'
--Amigo, Balbuena tinha seus direitos econômicos e federativos 100% vinculados ao Corinthians. O jogador não tinha % nenhuma de seus direitos. Inclusive na minha resposta anterior eu afirmei que uma parte pertencia a um grupo de empresários e faço uma errata aqui (acho que confundi com Romero, esse sim os empresários tinham %). Mesmo assim, o fato do Corinthians ter 100% dos direitos do atleta só ajudam a corroborar ainda mais com o que eu tinha dito antes. Incompetência total da diretoria. O jogador foi sim muito generoso em renovar e não deixar o Corinthians a ver navios. Lembrando que aquela altura, o defensor já tinha boas propostas do futebol italiano e poderia simplesmente aguardar mais 3 meses e assinar com outro clube.
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'No mais, nem direitos federativos, tampouco econômicos, podem obrigar um atleta a ir pra onde ele não queira. E outra, um contrato é a documentação de um acordo entre partes. Os 'terríveis termos contratuais feitos no momento da contratação do zagueiro paraguaio pelo Sr Roberto de Andrade' foram propostos pelo (os) empresário (os) do paraguaio, com a anuência dele. Da mesma maneira o de Sidcley, que junto aos seus empresários, quis sim fazer o clube de vitrine. Bem antes dele, Cleber, hoje zagueiro da Ponte Preta, fez igual.'
--Sim, reafirmo aqui. Os terríveis termos contratuais feitos no momento da contratação do zagueiro paraguaio pelo Sr Roberto de Andrade. É de amplo conhecimento de todos que tem o mínimo de informação a respeito do modus operandi do Corinthians no mercado que a a diretoria na falta de dinheiro em caixa ou garantias financeiras para realizar contratações, opta por esse tipo de acordo. Não foi Sidcley ou Balbuena que propuseram um acordo desse tipo, foi a nossa diretoria. Os atletas obviamente sabem a grandeza do Timão e não vão recusar tal oferta. Inclusive isso esta na matéria com o link que te enviei no meu tópico anterior. Achei que tinha lido.
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'Balbuena recebeu 'luvas' pra renovar, e recebeu 'luvas' pra sair. Tudo isso em um curto espaço de tempo. Ele foi inteligente e saiu como benfeitor. Rsrsrs Andrés elogiou por gratidão ao ato 'misericordioso' porque era melhor isso do que assumir a própria incompetência. (A gente sabe que Roberto era fantoche)'
--Confesso que foi difícil entender o que você quis dizer, dado a linha de raciocínio simplista. Amigo, onde esta o problema em o jogador receber luvas para renovar? Isso é pratica comum no mercado. Não entendo essa sua tara em trazer a tona assuntos que não tem ligação alguma com o debate. Ademais, ao final de sua fala você mesmo admite que eu estou certo em apontar a diretoria como exclusiva culpada nesses dois casos.
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'Você fala que defendo ele passionalmente, mas suas criticas passam pela paixão. Rsrs Ralf estava jogando normalmente, frequentando os treinamentos, não se viu nenhuma notícia de que tenha faltado treino (somente os setoristas contando causos), jogava sempre, e em momento algum manifestou publicamente vontade de sair. Se o salário era alto ou não, convenhamos que o que é acordado não sai caro, e ele tem história pra receber bem. (Fagner tem menos e é o 'teto salarial' do clube, por exemplo). Se o Corinthians passa por momentos ruins financeiramente, em hipótese alguma o jogador tem mínima responsabilidade.'
--Sim, você defende ele passionalmente. Tenta disfarçar criando uma nuvem de argumentos que pouco se encaixam no caso e até mesmo distorcendo fatos que já se provaram verdadeiros. Já trouxe Balbuena, Sidcley, Arana, Fagner ao debate, tentando estabelecer uma falsa simetria entre os casos.
-- Mesmo quando Ralf estava comendo a bola algumas pessoas que acompanham o dia a dia do clube já reportavam alguns atrasos, algumas aparições do atleta em bares, visivelmente embriagado as vésperas de jogos. Não adianta vir com historinha ou mimimi tentando culpar a imprensa por todas as mazelas do mundo, sei que esta na moda, mas vamos ser minimamente razoáveis e nos ater aos fatos. Setoristas já alertavam para a bebedeira de Ralf durante a noite, meses depois o atleta se envolve em acidente de transito, embriagado as vésperas de um clássico onde o elenco tinha as recomendação de se resguardar em casa dada o temperamento da torcida aquela altura da temporada. Sinceramente cara, você insinuar que isso é 'causos' dos setoristas mostra que esta disposto a fazer qualquer coisa só para massagear o ego dizendo que esta certo. Quanto a questão financeira do clube, lembremos que em momento algum eu falei aqui que Ralf tinha culpa. Novamente você trás algo ao debate que não foi mencionado hora alguma. Vamos parar com essa nuvem de fumaça?
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'Andrés aproveitou um momento que julgou oportuno pra se livrar de um salário mais pesado, pago a um jogador de mais idade, e que se envolveu em uma batida de carro (que até onde li, ele se responsabilizou junto à família do senhor acidentado) e isso é prato cheio pra assessoria de imprensa. A chegada do novo treinador, cuja carreira se resume a dois anos, traz consigo a promessa de futebol ofensivo e 'moderno' (como eu odeio esta babaquice desse termo...). O argumento oficial a ser apresentado nas coletivas já está pronto. E o volante é peça velha, pronta pra ser descartada.'
--Sim, Andrés fez tudo isso. Fez tudo isso de forma corretíssima, eu e qualquer patrão que tem que escolher alguns funcionários pra demitir faríamos o mesmo. Também deixo pontuado aqui que o fato de Ralf ter se responsabilizado junto a família do idoso não o isenta da culpabilidade pelo ocorrido.
--No final do paragrafo novamente vem você e a nuvem de fumaça. Vamos voltar ao debate do encaixe de Ralf no elenco e esquema do novo treinador? É isso mesmo? Parabéns pelo apego em cara.
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Então amigo, sim o que Ralf fez em 2016 e em 2020 não tem nada de ilegal. Porém não é normal. Repito, mostre-me que essa é a atitude padrão tomada ao deixar o clube por jogadores com grande identificação com a instituição e eu te darei razão. Mas não vale você jogar qualquer caso ao vento e achar que não vou saber se condiz com a verdade. Inclusive te recomendo ler os links que te enviei no tópico anterior.
Concluo dizendo que já percebi um padrão comportamental em você. Não sou psicanalista mas ficou tão evidente que a partir de agora todas as respostas que você me der eu só responderei com, 'sim você esta certo'. Talvez assim sinta um pouco de prazer e alivio em ter o ego massageado.
em Bate-Papo da Torcida > O que os técnicos Guardiola e Tiago Nunes têm em comum?
Em citação ao post:
Na real eu acho que a sua forma de descrever as situações é que ficou bem romantizada. Hehehe
Li outro dia desses, ano passado, acho (salvei em meus favoritos. Depois procuro e te envio), que a FIFA passou a não considerar jogadores como partes impedidas de participação nos direitos econômicos. Então Balbuena em 2016 não era exceção.
No mais, nem direitos federativos, tampouco econômicos, podem obrigar um atleta a ir pra onde ele não queira. E outra, um contrato é a documentação de um acordo entre partes. Os 'terríveis termos contratuais feitos no momento da contratação do zagueiro paraguaio pelo Sr Roberto de Andrade' foram propostos pelo (os) empresário (os) do paraguaio, com a anuência dele. Da mesma maneira o de Sidcley, que junto aos seus empresários, quis sim fazer o clube de vitrine. Bem antes dele, Cleber, hoje zagueiro da Ponte Preta, fez igual.
Balbuena recebeu 'luvas' pra renovar, e recebeu 'luvas' pra sair. Tudo isso em um curto espaço de tempo. Ele foi inteligente e saiu como benfeitor. Rsrsrs Andrés elogiou por gratidão ao ato 'misericordioso' porque era melhor isso do que assumir a própria incompetência. (A gente sabe que Roberto era fantoche)
Você fala que defendo ele passionalmente, mas suas criticas passam pela paixão. Rsrs Ralf estava jogando normalmente, frequentando os treinamentos, não se viu nenhuma notícia de que tenha faltado treino (somente os setoristas contando causos), jogava sempre, e em momento algum manifestou publicamente vontade de sair. Se o salário era alto ou não, convenhamos que o que é acordado não sai caro, e ele tem história pra receber bem. (Fagner tem menos e é o 'teto salarial' do clube, por exemplo). Se o Corinthians passa por momentos ruins financeiramente, em hipótese alguma o jogador tem mínima responsabilidade.
Andrés aproveitou um momento que julgou oportuno pra se livrar de um salário mais pesado, pago a um jogador de mais idade, e que se envolveu em uma batida de carro (que até onde li, ele se responsabilizou junto à família do senhor acidentado) e isso é prato cheio pra assessoria de imprensa. A chegada do novo treinador, cuja carreira se resume a dois anos, traz consigo a promessa de futebol ofensivo e 'moderno' (como eu odeio esta babaquice desse termo...). O argumento oficial a ser apresentado nas coletivas já está pronto. E o volante é peça velha, pronta pra ser descartada.
Dito tudo isso, você ainda quer que o cara abra mão do dinheiro ao qual tem direito? E eu sou passional? Não força, mano véio. Hahahaha
Jogador nem treinador de time algum deve facilitar pra cartolagem brasileira. Invariavelmente são todos uns pilantras e oportunistas que fazem uso da boa fé e do amor da torcida para criar vilania e esconder incompetência.
Ralf quis sair e pagou o que estava previsto. Corinthians quer que Ralf saia, então que pague o que a lei diz. Não há absolutamente nada de anormal aí.


