Rafael Alves
Respeitar ídolos não é deixar como titular para aquecer o ego, é reconhecer a sua importância em uma conversa franca de adultos que o que se está entregando não está mais á altura do que precisamos. Posso concordar com contrato de produtividade desde que o jogador entenda, no mínimo a necessidade de ceder a titularidade.
Clube de futebol tem que ser gerido como empresa e não como sentimento eterno de gratidão.
em Bate-Papo da Torcida > Cássio e Fagner, liberaria os dois sem pensar