Tio Sonho
é isso, poucas postagens como essa, pessoal acha que ir quebrar um carro resolve alguma coisa quando o campo tá dizendo muita coisa, não tem entrosamento, não tem proximidade, toque rápido, todo mundo um distante do outro... Isso faz correr mais, chegar mais atrasado, não ganhar uma dividida, sem envolvido, erros individuais aparecerem com mais frequência...
O técnico precisa parar de poupar, treinar melhor os blocos subindo/descendo compactado etc
Se viu que quando ele colocou mais gente no meio e conseguimos trocar uns passes simples, os caras já ficaram perdidos? Bem no começo do segundo tempo, durou poucos tempo isso. Depois voltou a falta de entrosamento, etc
E ele faz o que? Tira garro, coloca Romero... Tira gente do meio pra colocar no ataque sendo que a bola não CHEGA LA
em Bate-Papo da Torcida > Qué Pasa Ramón?
Em resposta ao tópico:
É difícil entender o que acontece com o Corinthians. Por mais que a situação financeira esteja muito complicada, esse ano conseguimos manter o bom elenco formado ano passado e a mesma comissão técnica, ontem fomos superados de forma fácil por uma equipe que claramente tem limitações.
Ao longo de todo o primeiro tempo o Barcelona não conseguiu criar nenhuma chance de perigo, até o Corinthians fazer o que normalmente faz na Libertadores, entregar um erro bizarro. No segundo tempo, além das mudanças ruins da comissão técnica, deu pra perceber que o time equatoriano foi ganhando confiança pra jogar, rodar a bola com facilidade e chegar num segundo gol com praticamente todo o time do Corinthians dentro da área e que mesmo assim foi envolvido. Se no início do jogo o Barcelona respeitou e manteve a sua linha de defesa atenta à Memphis, Garro e Yuri, a postura do Corinthians no jogo permitiu que eles se sentissem confortáveis pra subir linhas, marcar alto e não deixar nossa equipe jogar.
Tivemos dois únicos momentos de perigo no jogo: Finalização o Memphis dentro da área e a bola na trave do Maycon. Ambos em um momento em que a equipe subiu e conseguiu chegar na área adversária. O problema é que o péssimo sistema defensivo de 2025 voltou a aparecer e permitir contra-ataques aos equatorianos.
O que mais surpreende é a atitude do time nos principais jogos do ano. Os três da Libertadores, contra o São Paulo, contra o Palmeiras… Contra o Santos parecia que seria diferente, abre um 2x0 jogando melhor e simplesmente para de jogar, não entende as alterações do técnico adversário e permite que um jogo tranquilo se torne um “Deus nos acuda”.
O final do ano passado foi muito bom, uma arrancada histórica. Mas não dá para o técnico se escorar nisso e ignorar que o time ainda não jogou bem em 2025. E, pior, cobrar um sentimento de gratidão por fazer o mínimo que é permanecer na primeira divisão e disputar um torneio internacional…
