Marcel Melo
Rapaz, o problema não e ser SAF ou não, e não ter bandido na presidência Andrés e um bandido declarado, e os presidentes sub sequentes foram fantoches dele, o Augusto e outro bandido, mas o custo do Augusto quebrar a sequencia da ReT foi algo positivo para o Corinthians, não pode e retroceder com Citadine, e não acredito no Osmar ele agora e mais ou menos porque quer o cargo, precisa de gente nova e que abra o seu patrimônio na entrada e saída do cargo.
em Bate-Papo da Torcida > O modelo associativo levou o Corinthians à dívida bilionária. E agora?
Em resposta ao tópico:
Prestem atenção nessa imagem.
Em 2007, a dívida do Corinthians girava em torno de R$ 100 milhões. Hoje já ultrapassa R$ 2,5 bilhões.
Isso mesmo: multiplicou por 25 vezes em menos de 20 anos. Tudo isso dentro do modelo associativo, onde dirigentes administram o clube sem assumir riscos pessoais e deixam o prejuízo sempre para o Corinthians.
O resultado é claro: o clube da maior torcida do Brasil, dono de uma das marcas mais valiosas do futebol mundial, está afundado em dívidas, sem crédito no mercado e refém de contratos obscuros e gestões políticas. A verdade é dura: quem paga a conta é sempre o Corinthians — nunca os dirigentes.
Chegou a hora de encarar a realidade e discutir saídas concretas:
* SAF: trazer investidores, injetar capital imediato e profissionalizar de vez a gestão.
* Abertura de capital/mercado: emitir ações, dar transparência e implantar governança de verdade.
* Ou seguir no amadorismo: fingir que “vai arrumar a casa”, enquanto a dívida pode facilmente chegar a R$ 5 ou 10 bilhões em poucos anos.
A pergunta é simples: queremos um Corinthians forte, moderno e competitivo, ou continuaremos presos a um modelo ultrapassado que só gera dívida e vergonha?
O sistema atual já custou caro demais. Ou mudamos agora, ou o Corinthians corre o risco de se tornar o maior exemplo de como destruir um gigante do futebol mundial.


