Leandro Vasconcelos
E outra nenhum dos dois queriam saf, Dualib só queria mais dinheiro no bolso dele, e o Augusto sic, nunca falou de saf até descobrirem as sics que estava fazendo, já viu o time com tanto transfer ban? O cara mais irresponsável da história
em Bate-Papo da Torcida > Alberto Dualib com Corinthians de 97 anos, devia 150 mi, a r e t em...
Em resposta ao tópico:
O Ciclo da Dívida: como a R&T mantém o Corinthians refém há duas décadas”
No Corinthians, a história parece andar em círculos. O que aconteceu em 2007 com Alberto Dualib voltou a ocorrer em 2024 com Augusto Melo. Em ambos os casos, um presidente eleito foi transformado em inimigo público número um, a mídia se encarregou de amplificar acusações, setores do clube foram mobilizados, e no fim, quem assumiu o poder foi a mesma facção: a Renovação & Transparência (R&T).
O resultado? Um clube mergulhado em dívidas, com sua imagem destruido, e uma torcida usada como massa de manobra, gaviões sendo arma da R e t!
O Caso Dualib: vilão ou visionário?
Em 2007, Alberto Dualib comandava um Corinthians de 97 anos, com uma dívida considerada alta para a época: cerca de R$ 150 milhões. Ele caiu sob acusações de corrupção, exposto como símbolo de decadência. Mas há uma pergunta incômoda: será que Dualib era realmente o ladrão, ou estava prestes a dar um passo ousado?
Muitos apontam que Dualib queria implementar a primeira SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Brasil, um modelo que só se consolidaria anos depois em outros clubes. Para isso, havia articulado a parceria com a MSI, liderada por Kia Joorabchian, um dos empresários mais influentes do futebol europeu.
Se tivesse conseguido, talvez o Corinthians tivesse inaugurado uma nova era de modernização e capital internacional. Mas a versão que venceu foi a da R&T: Dualib saiu pela porta dos fundos, o clube foi rebaixado naquele mesmo ano, e a facção assumiu o controle político.
O que se seguiu foi devastador: de uma dívida de R$ 150 milhões em 97 anos de história, o Corinthians chegou a R$ 3 bilhões em 2025, após 18 anos da r et no comando.
O Caso Augusto Melo: o inimigo da Globo e o RCE
Em 2024, Augusto Melo ousou enfrentar outro poder: a Rede Globo. Pela primeira vez em décadas, o Corinthians retirou os direitos de transmissão do grupo, optando pela LFU.
A reação foi imediata:
Matérias agressivas em jornais e portais.
Reportagens de ataque no Fantástico.
Comentários hostis de setoristas tradicionais.
Mais uma vez, a opinião pública foi trabalhada para transformar o presidente em vilão. Mais uma vez, a R&T estava pronta para ocupar o vácuo.
Mas havia algo a mais: Augusto Melo abriu o processo de RCE (Regime Centralizado de Execuções), um instrumento jurídico que poderia preparar o Corinthians para uma nova SAF. Essa era a porta para a modernização financeira, assim como a MSI poderia ter sido em 2007.
E o que aconteceu? O mesmo que em 2007: a R&T articulou contra, sabotou, mobilizou mídia, oposição e bastidores policiais. Augusto, como Dualib, caiu antes que pudesse implementar a mudança.
O padrão do golpe
Comparando 2007 e 2024, o padrão salta aos olhos:
1. Oposição fabricada: canais como Meu Timão, setoristas, perfis digitais e até membros de organizadas, mobilizados como se fossem vozes “independentes”, mas na prática alinhados com a facção.
2. Mídia de massa como braço armado: em 2007, jornais e TV massacraram Dualib; em 2024, o alvo foi Augusto.
3. Torcida manipulada: organizada usada como massa de pressão, ocupando sede, protestando e exigindo a queda.
4. Polícia e Judiciário complacentes: em 2007 e 2024, inquéritos e operações foram usadas para reforçar a narrativa da facção.
5. Destruição de modelos alternativos: MSI em 2007, RCE/SAF em 2024.
O saque institucional
O que deveria ser a salvação virou um projeto de saque.
De 2007 a 2025, o Corinthians faturou cerca de R$ 11 bilhões.
Hoje, a dívida é de R$ 3 bilhões.
R$ 800 milhões de bilheteria da Arena nunca foram usados para pagar o estádio.
R$ 700 milhões de impostos seguem em aberto.
Ou seja, a facção transformou um clube com potencial de ser o maior do continente em uma máquina de dívidas. Quem, então, foi o verdadeiro ladrão? Dualib, que deixou o clube devendo R$ 150 milhões, ou a R&T, que multiplicou o buraco em 20 vezes?
O escárnio judicial
O controle do sistema vai além das finanças. Em 2025, um juiz condenou um torcedor a indenizar Andrés Sanchez por chamá-lo de ladrão. O detalhe? Sob sua gestão, a dívida explodiu para bilhões.
É a ironia suprema: quem afundou o clube ganha proteção institucional, enquanto a própria torcida, que denuncia, é punida.
O papel da mídia e dos rivais
A mídia, que deveria fiscalizar, tornou-se cúmplice. Sempre que surge um movimento de independência ou profissionalização, as manchetes se voltam contra o Corinthians.
Enquanto isso, rivais como Palmeiras e Flamengo pressionam por medidas como o fair play financeiro, sabendo que o principal alvo é o Timão, clube que mais ameaça sua hegemonia.
Estão articulando tudo pra coincidir com o momento exato da queda do Corinthians
A intimidação de 2023
O ápice da violência aconteceu em 2023, quando tiros foram disparados contra a sede do clube, antes da eleição.
Não era ato de torcedor. Era recado. Era demonstração de força. A lógica é a mesma de facções criminosas que dominam territórios. Se por um morro de R$ 10 milhões/mês se troca tiro, o que não fariam por um clube que fatura R$ 1 bilhão/ano?
Conclusão: o clube sequestrado
De 2007 a 2025, o Corinthians foi sequestrado por um sistema que combina política, crime e mídia. Dualib e Augusto Melo foram vítimas do mesmo roteiro: derrubados, ridicularizados e transformados em vilões, enquanto a R&T segue blindada.
O saldo é claro: um clube com R$ 11 bilhões de faturamento, R$ 3 bilhões de dívida, e uma torcida usada como massa de manobra.
A R&T sempre sai como paladina da justiça. Mas a verdade é outra: o Corinthians vive sob uma mini-ditadura de bastidores, onde a oposição é fabricada, a mídia é cúmplice e a polícia serve ao golpe.
O povo da Fiel precisa responder:
Quem foi o verdadeiro ladrão?
Dualib, que deixou R$ 150 milhões de dívida?
Ou a R&T, que em 18 anos transformou o clube em um bilionário refém da própria corrupção?