José Felici
Esses velhos decrépitos que sugam o PSJ há anos não entendem nada do que é o Corinthians, das tradições do clube. Uma vergonha! Acabar com o basquete é um tiro na memória de Wlamir Marques. Incompetentes e sics. Incapazes de fazer parcerias e buscar formas de viabilizar os demais esportes tradicionais da instituição. Triste e lamentável. Os salários de Talles Magno e Félix Torres bancam a modalidade.
em Bate-Papo da Torcida > Cortar modalidades NÃO resolve o problema estrutural
Em resposta ao tópico:
O Corinthians está vivendo uma crise estrutural que cortes como o fim do basquete ou futsal não conseguem resolver. As modalidades custam pouco perto do tamanho do rombo: o clube tem mais de R$ 2,7 bilhões em dívidas, um buraco de liquidez de mais de R$ 500 milhões no curto prazo, e um déficit anual que pode ultrapassar R$ 150 milhões. Isso significa que, mesmo eliminando todos os esportes amadores, o impacto seria mínimo — e o problema continuaria exatamente o mesmo.
A auditoria oficial e o fluxo de caixa projetado mostram que o Corinthians só se mantém funcionando porque vende jogadores todos os anos. Sem essa dependência — que já caiu 63% em 2024 —, o clube simplesmente não consegue pagar suas despesas operacionais e muito menos suas dívidas cíveis, tributárias, trabalhistas e com intermediários. O corte de modalidades é, portanto, apenas um sinal de desespero financeiro, não de reestruturação real. É uma medida cosmética em meio a uma crise sistêmica.
Se nada estrutural mudar, o clube segue em rota de pré-insolvência, arriscando transfer ban, perda de pontos e até rebaixamento administrativo com o Fair Play Financeiro de 2026. Cortar basquete e futsal não salva o Corinthians; apenas expõe o colapso do modelo associativo atual. Sem reforma profunda — como um modelo profissionalizado, transparente e blindado como o SAFIEL — a tendência é que a situação piore nos próximos meses.
