Marcelinho Revoltado
Você tem potencial, quer receber ou o mercado está te oferecendo R$100.000,00. Você escolhe quem paga isso ou que fala pra você que terá 60% e o resto depende de N fatores, como por exemplo minutagem, que dependendo do técnico não rola, gols que você pode ter outra função ou ser mega participativo mas não o final do passe ou do gol como zidani era, Kaká, etc.
Sem contar que a história ensina, e os que não lêem a história peça nas mesmas coisas..
No Brasil não daria certo. Aí como muitos disseram, quem vira? Os que não conseguiram nada de 100% garantido, ou seja, que não tiveram mercado.
Por fim, no Brasil já fizeram isso e não evoluiu.
Aí você tá perto do Gol, mas seu parceiro está muito livre, você toca ou faz o que lhe convém? Tenta e pode errar algo que seria acertivo
O que tem que ser feito é time forte, com estudo e análise, dentro de um custo e ter uma expectativa real sobre seu elenco.
em Bate-Papo da Torcida > River Plate deveria ser um exemplo a ser seguido pelo Corinthians
Em resposta ao tópico:
Depois de uma temporada ruim, eles se livraram de um monte de encosto. E em 2026, o River Plate decidiu mudar a forma de pagar os jogadores. Agora, só 60% do salário será garantido, como uma forma de salário base. Os 40% restantes vão depender de desempenho e disciplina, considerando fatores como: minutagem em campo, condição física (peso), gols (para os atacantes), resultados coletivos (títulos, classificações, avanço em torneios).
Eu acho essa ideia maravilhosa. Hoje em dia tá muito fácil ser jogador viu, o cara jogando ou não, entregando ou não, recebe o salário cheio independentemente de performance ou resultado e ainda tem garantido que vai receber o valor total do contrato mesmo se for dispensado. E se o time for alcançando bons resultados, ganha o bicho como adicional. Ou seja, é uma fórmula que não impede de nenhuma maneira o jogador ficar de sacanagem.
Com esse modelo do River Plate, queria ver jogador ficar sentado no contrato, ficar fora de forma, tomar cartão bobo, escolher jogo pra correr, e por aí vai!


