Baltazar Silva
Sim, precisa de uma revolução de comando.
É tipo a Ferrari nos anos 90, que as coisas eram feitas na base da emoção, os caras pensavam que nem nos anos 70, aí chegaram o Jean Todt e foram contratar o Schumacher, que viu que com a bagunça ele não ia se dar bem, e exigiu que a espinha dorsal da Benneton fosse para lá, chefe de equipe, projetista, engenheiro.
Aí eles saíram de uma equipe que era coadjuvante para ser a que dominou a primeira década dos anos 2000.
No Corinthians precisa entender que precisa vir gente de fora, oxigenar as coisas.
Parece que eles pensam no Corinthians como um clube de bairro, nada contra a Zona Leste, mas parece que eles vivem em uma bolha local, no mundinho deles. E isso não permite que pessoas que queiram investir no clube, ou contribuir com ideias, tenham acesso a isso.
em Bate-Papo da Torcida > O Corinthians não precisa de um projeto. Precisa de um choque...
Em resposta ao tópico:
O debate hoje parece SAFiel vs Time do Povo.
Mas a verdade é outra:
O Corinthians não precisa escolher modelo.
Precisa admitir que perdeu a capacidade de mudar sozinho.
Enquanto o clube se blinda, qualquer proposta vira papel.
Então, a discussão correta não é:
“Qual projeto é melhor? ”
E sim:
Quem vai forçar a mudança que os dirigentes jamais farão por vontade própria?
Se vier via SAF, holding, auditoria ou intervenção judicial, pouco importa.
O ponto é: Sem pressão externa disciplinando o sistema Corinthians, nada no Corinthians vai mudar.
Essa é a parte que torcida, organizadas e conselheiros ainda fingem não entender.
