Anderson Albano
Vou concordar discordando porque as vezes que o André jogou na ponta porque o Corinthians não tinha ninguém pra fazer essa função e isso poucos enxergam, sobre o Kaique o mlk ainda é novo e o Dorival tá pondo ele aos poucos igual tá fazendo com o Gui Negao já que na época do Ramon diaz nem jogar o Kaique e o Gui Negao jogavam, sobre o Carillo é questão de esquema de jogo ele e o André fazem múltiplas funções como o Raniele também faz. Aí você olha para o banco e tem quem? Você disse bem dorival achou Gui Negao, deu oportunidade para o Kaique e para o André e mais que isso achou a posição do Breno Bidon que muitos falavam que ele só sabia jogar pra trás. Agora por causa de dois jogos já tá pedindo a cabeça do treinador? Ele tirou leite de pedra ano passado vanos ter um pouco de paciência e lembrar que o Corinthians não tem dinheiro pra pagar multa de treinador
em Bate-Papo da Torcida > Dorival e suas complicadas escolhas
Em resposta ao tópico:
É muito difícil entender as decisões de Dorival. Tem muita coisa simples que ele faz questão de complicar.
Exemplo 1: André
Ele “descobre” o jogador que começa o ano voando, jogando como um excelente segundo volante, que compõe bem a marcação no meio de campo e chega na área para finalizar as jogadas.
O que Dorival faz? Tira André da função, escalando o jogador, nas últimas duas partidas, quase como um ponta esquerda.
Resultado: o jogador cai de produção, justamente após uma negociação frustrada. Não poderia deixar o jogador na posição de origem até consolidar?
Exemplo 2: Kayke
Na minha opinião, aproveitou bem as oportunidades que teve. Demonstra potencial para melhorar o lado esquerdo, compondo as jogadas de ataque com Bidu (que caiu de produção também por estar jogando isolado na esquerda) e se aproximando dos atacantes.
O que Dorival faz? Deixa o jogador como última opção depois de todo mundo, mesmo depois de, repetidas vezes, pedir reforços para jogar nas pontas.
Resultado? O time fica “penso”, Bidu joga no ataque sozinho e perdemos a chance de valorizar uma prata da casa.
Exemplo 3: Carrillo
Basta ver os jogos da época do Ramón Díaz para entender como ele funciona melhor: uma espécie de meia direita, que melhora o jogo para Mateusinho e consegue fazer a bola chegar do meio ao ataque.
O que Dorival faz? Coloca o jogador para fazer a saída entre os zagueiros, deixando Ranielle no meio.
Resultado: Carrijo joga mal e Ranielle pior ainda.
Teria mais uns cinco ou seis exemplos de decisões (posição de Bidon, opções do banco de reservas, o recente posicionamento de Gui Negão) que são completamente incoerentes. Parece autossabotagem.