Francisco Júnior
Sempre o achei um jogador limitado. Mesmo quando estava no 'auge' - marcou 13 gols em 2024 -, fiz algumas postagens aqui onde afirmava que ele se promovia muito bem, o que acabava lhe dando uma fama que não combinava com o que produzia em campo.
Garro usou sua única arma, o bom chute de média distância, fazendo gols e marcando o inconsciente do torcedor corinthiano naquele jogo contra o Palmeiras no Allianz Parque onde o Timão, com um jogador a menos em campo, arrancou um empate num gol de falta no final do jogo em que o goleiro palmeirense falhou lamentavelmente, literalmente saindo da jogada e deixando a bola fraca chutada por ele, entrar.
O jogo com firulas, passes improdutivos e 'enfeitados' e uma razoável eficiência nas bolas paradas, enchiam os olhos dos cronistas, narradores e torcedores, quando na verdade objetivamente ele produzia muito pouco para o time.
Com ele em campo o time fez uma das piores campanhas no Paulistão e no Brasileirão de 2025, tendo uma participação horrível na Libertadores.
Em 2025 e 2026 marcou 3 míseros gols, quase nenhuma assistência e, ou virou reserva de Bidon, ou foi sempre substituído quando entrou de saída.
Lento, passes laterais e improdutivos, nenhuma participação na marcação, sua atuação nos jogos se limita a cavar faltas na maioria das jogadas que participa e reclamar do árbitro por qualquer coisa. Tem sido invariavelmente um jogador a menos em campo no Timão. Em 118 partidas marcou míseros 16 gols, uma média vergonhosa de 0,13 gol por partida.
O outro ídolo com os pés de barro veio das equipes de base, foi lançado no time titular como segundo volante e mostrou ser um jogador aplicado taticamente e de uma técnica apenas regular, mas apenas isso. Chama-se Bidon.
Com Dorival foi, corretamente, escalada mais à frente porque ficou claro que ele não tem físico nem capacidade de marcação para jogar como volante.
Nunca passou de um jogador aplicado e tecnicamente disciplinado até fazer uma grande jogada no gol que deu o título de campeão da Copa do Brasil ao Corinthians. Pronto! Foi alçado ao status de craque e ídolo. Um exagero.
O problema é que são dois jogadores que atuam numa faixa de campo absolutamente fundamental para um time, o meio de campo com atribuições defensivas, armação/criação de jogadas e ofensivas. Os dois não fazem nada disso e, em campo, acabaram sempre comprometendo o rendimento e os resultados do time.
Os bons resultados do Corinthians, como a recuperação na parte final do Brasileirão de 2025, e os títulos do Paulista, da Copa do Brasil e da Supercopa no início do ano têm a participação direta de Memphis, o jogador que de fato faz a diferença no Timão, mesmo quando não está bem em campo.
A insistência de Dorival em manter os dois ídolos com pés de barro em campo foi a cereja do bolo que faltava. A incompetência de Bidon era tão clara que o próprio Dorival o substituou em praticamente todas as partidas, mas quando colocava Garro em campo, afundava mais ainda o time.
Sempre que eu via Garro entrar em campo ou Bidon escalado como titular, automaticamente me vinha a certeza que mais uma vez o Corinthians teria outra partida sem qualquer capacidade de criação e de submeter o adversário.
Dorival, Garro e Bidon devem ser imediatamente dispensados do Corinthians, para o bem do clube e da Fiel.
em Bate-Papo da Torcida > Dois ídolos com pés de barro e um treinador teimoso enterram o...




