Carlos Arriero
O Corinthians está 3 anos sem jogar a fase de grupos da Libertadores. Desde 2023 sem disputar esse cenário! E quando jogamos, fomos eliminados na primeira fase! O clube não apenas se afastou da competição, se afastou também daquilo que construiu sua identidade recente: competitividade, jogo grande e pressão.
E quando finalmente volta, o contexto é quase simbólico. Retorna à Libertadores sem treinador, a apenas três dias da estreia. É o tipo de situação que expõe a fragilidade do clube. Revela o que todos já sabemos e estamos de saco cheio: desorganização, falta de planejamento e uma desconexão entre a grandeza da camisa e a condução do clube.
A Libertadores não perdoa. Não espera. Não dá tempo para ajustes emocionais ou reconstruções às pressas. É intensidade desde o primeiro minuto. E o Corinthians chega nesse cenário carregando dúvidas, enquanto deveria carregar convicções.
Porque na Libertadores, não basta voltar. Tem que chegar pronto. E o Corinthians, mais uma vez, não chega pronto e vai precisar mostrar que, mesmo quando parece atrasado, ainda sabe competir como gigante.
É triste como estão com uma Ferrari na mão e não sabem dirigir.
em Bate-Papo da Torcida > Após 3 anos fora da Libertadores, Corinthians volta e vai estrear...


