Rosana Rsn
Prezado confrade...
Seu espasmo retórico e bizantino empalidece diante da pragmática realidade factual que nos assola.
Essa vossa lamentosidade empolada, eivada de gárgulas e quimeras, não passa de mero diletantismo hermenêutico frente ao verdadeiro opróbrio da nossa volátil zaga central.
Menos hermenêutica acadêmica na alvorada e mais contundência nas quatro linhas, por obséquio.
Saudações corinthianas de sobriedade matinal!'
em Bate-Papo da Torcida > Apesar de também ser da mesma laia, os nomes que saem fortalecidos...
Em citação ao post:
Eis o fado tragicômico que desaba, da pira de nossas próprias cinzas institucionais. Não brota a virtude renovadora, mas a exumação de velhos espectros que partilham da mesmíssima cepa deletéria.
Figuras esculpidas na vetusta e intrincada engrenagem oligárquica desta que é corte, alçados ao patamar de paradoxais esteios, quais gárgulas se nutrem da ruína para perpetuar o próprio arbítrio.
Trata-se de uma quimera, em que o opróbrio atua como artífice da ressurreição, sob o manto de uma suposta salvaguarda das tradições.
