Poeta Alvinegro
de São Paulo
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Aquém das melindras corporativas, a comunhão reedita o ideal libertário, onde a massa, horizontal e sem senhores, autogere seu próprio calvário.
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Último acesso em 15/06/2026
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Jogos do Corinthians com Poeta Alvinegro na torcida do Timão
31 partidas na torcida
25
Vitórias
do
Corinthians
2 Derrotas
4 empates
Poeta viu 75 gols
61 Gols do Corinthians
14 Gols dos adversários
Média de 2.42 gols por partida
Posts e comentários do Poeta
Última interação no site em 11/06/2026 às 09h00
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Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "[OFF] Hoje entendo melhor a birra de muitos"
há 2 semanas
detalhes do postLambe as bolas do Catalão então!
Quer falar de ENZO mas tu que é o mais enzo de todos, seguidor fiel de qualquer Zé mané da internet que quer ficar kgando regra kkkkkkkkkkkkkkk
Vai carpir um lote seu desempregado -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O Estreito Tratado Alvinegro/Mundial"
há 3 semanas
detalhes do post
A mística do cosmo São Jorgiano entrelaça-se de forma indelével com a própria epopeia internacional, como o dínamo, que oxigena o selecionado pátrio.
Não se mensura essa simbiose apenas pela frieza das estatísticas, mas pela consagração de guardiões que, forjados na rústica têmpera das tribunas alvinegras, transportaram a indômita aptidão operária e artística, aos bosques verdejantes.
Do pioneirismo ancestral que cravou heróis na aurora, à altivez intelectual e democrática que encantou a orbe, o manto indelével sempre forneceu o brio e o suor indispensáveis ao triunfo da pátria desportiva.
Obliterar qualquer vestígio do grupo que ruma ao certame global, denota um unilateralismo soberbo e desconectado da crueza do relvado. Ao abdicar da rústica teimosia e do brio que a nossa estirpe sabe infundir nos momentos de flagelação, os varões de gabinete condenam o selecionado pátrio a um pragmatismo estéril e sem alma. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "É possível mentir falando apenas verdades"
há 3 semanas
detalhes do postO labirinto de meias-verdades que emana dos gabinetes palacianos, constitui um bombardeio sem precedentes contra o pavilhão. Lançar mão do brasão institucional, para salvaguardar caprichos, é o mais refinado ardil.
A homologação burocrática é apenas engrenagem do simulacro moral. Tais axiomas periféricos, chancelam a legitimidade do cascalho, vertido em pequenas firmas.
Julgam esses varões que, o tribunal, forjado na crueza fabril, porta-se como uma grei de incautos, propensa a deglutir tal fado tragicômico. Olvidam-se, contudo, de que a paciência do cimento esgotou-se perante tamanha lassidão. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Trocam os nomes, mas os problemas continuam"
há 3 semanas
detalhes do postA ciranda que desfila pelos salões da corte, expõe o sepultar estéril acerca das engrenagens.
O arcabouço, em irremediável ocaso.
Uma praça monumental, subjugada.
Decerto, a transmutação se converte em antídoto, frente ao regime que agoniza. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Copa São Paulo 1969"
há 3 semanas
detalhes do postA aurora pioneira se nutre, no certame inaugural da história.
Sob o quadrante invernal, o prólogo testemunha a gênese de guardiões.
Eis a mística da nossa ancestralidade cravada em retrato.
No rés do chão, preposições da plasticidade.
Das relíquias, a paleta contemporânea resgata o brilho dos prelúdios, ecoando o gigantismo São Jorgiano, na terra do triunfo. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Desconfiem de quem diz que é fácil"
há 3 semanas
detalhes do postO engodo messiânico da panaceia ligeira, desmascara-se no proscênio, chancelando o ardil do estelionato. A moral, embora indispensável virtude, revela-se inócua, posto que a pureza sem engenho, perpetua a paralisia que se auto consome.
Urge a fina estirpe revolucionária, provida de sólido tirocínio das engrenagens que perpetuam o relvado. Sem tal salvaguarda pragmática, o colosso permanece inerte a voluntarismos. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Já pararam pra pensar sobre a arbitragem contra nós?"
há 3 semanas
detalhes do postO escrutínio desse viés deságua em labirinto espúrio, onde o sopro, travestido de magistratura, ressoa como carrasco no relvado. Em expropriação, varões de gabinete perpetram, em jornada, sutil e sistemático vilipêndio frente o pavilhão, encenando procissão paroquial.
Esse unilateralismo, denota a maçã sistemática doméstica, na mística do colosso São Jorgiano.
Ergue-se o gume inflexível do castigo, forçando as tribunas a testemunharem um simulacro, onde o veredito já repousa lavrado antes do alvorecer. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "quase 50 dias de mentiras!"
há 3 semanas
detalhes do postEis que adentramos o fatídico interregno, limbo estéril que mercadeja aos incautos. Das bocarras dos vendilhões, uma torrente de espectros, outrora ressuscitados no altar da impostura, por falsários que ostentam a jactância como estandarte.
O ápice desse vilipêndio manifesta-se no triunvirato, cujos arautos profetizaram, com empáfia apocalíptica, o desterro definitivo do nosso ariete. Todavia, encurralado pela crueza dos fatos, ensaiam um recuo pusilânime, obliterando o próprio vaticínio. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Só um clube enorme como o nosso para aguentar isso"
há 3 semanas
detalhes do postO labirinto de expurgos e mandatos natimortos, submete a outrora altiva governança, em cadafalsos e desterros morais.
Tamanha sangria, depura paulatinamente as alcovas, extirpando parasitas, de absoluto vilipêndio.
Todavia, o colosso ostenta uma imunidade mística ante tamanha estirpe, alicerçado na inabalável têmpera de suas tribunas. Dessa crueza burocrática, emergirá o inevitável triunfo, e o destino manifesto de soterrar a pequenez dos algozes. -
Poeta postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Apesar de também ser da mesma laia, os nomes que saem fortalecidos no PSJ infelizmente são"
há 3 semanas
detalhes do postEis o fado tragicômico que desaba, da pira de nossas próprias cinzas institucionais. Não brota a virtude renovadora, mas a exumação de velhos espectros que partilham da mesmíssima cepa deletéria.
Figuras esculpidas na vetusta e intrincada engrenagem oligárquica desta que é corte, alçados ao patamar de paradoxais esteios, quais gárgulas se nutrem da ruína para perpetuar o próprio arbítrio.
Trata-se de uma quimera, em que o opróbrio atua como artífice da ressurreição, sob o manto de uma suposta salvaguarda das tradições.