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Post de Dan no fórum "Bate-Papo da Torcida" do Meu Timão

Como você chegou nesse valuation de 10 bilhões?

em Bate-Papo da Torcida > Fixa o melhor projeto! SAF Híbrida no estilo Bayern + SAFiel! Isso...

Em resposta ao tópico:

O melhor projeto seria SAF no modelo híbrido do Bayern de Munich + SAFiel. Explico:

1. Estrutura societária e valuation
A Sociedade Anônima do Futebol do Corinthians (SAF Corinthians) será constituída com 200 milhões de ações ordinárias. O clube manterá 51% do capital social, garantindo controle total e direito de decisão esportiva. Três GRANDES empresas estratégicas adquirirão 30% (10% cada), a R$ 1 bilhão por fatia, em modelo inspirado no Bayern de Munique. Os 19% restantes serão destinados à abertura de capital ao público — o projeto SAFiel. Com valuation de R$ 10 bilhões, cada 1% vale R$ 100 milhões, de modo que os 19% representam R$ 1,9 bilhão. Esse é o montante que será captado no IPO no mercado financeiro.

2. Estrutura do IPO: quantidade de ações, preço e liquidez
A SAF emitirá um total de 200.000.000 de ações, e a parcela da SAFiel corresponderá a 38.000.000 de ações (19% do total). O preço de emissão será de R$ 50,00 por ação, valor considerado ideal para evitar classificação como penny stock e, ao mesmo tempo, oferecer acessibilidade ao torcedor-investidor. Assim, o IPO movimentará R$ 1.900.000.000,00 em oferta primária, com liquidez alta devido ao enorme potencial de demanda. O objetivo é criar uma base sólida de investidores individuais, com possibilidade de adesão de 700 mil a 1 milhão de torcedores.

3. Modelo de distribuição das ações: varejo, torcedor e institucional
A oferta será dividida em três trilhas:
(a) Trilha Torcedor (SAFiel): reservada para CPF previamente cadastrado, limitada a lotes mais acessíveis (mínimo de 2 ações = R$ 100). Representará de 60% a 70% do total da oferta.
(b) Trilha Varejo Geral: destinada ao público comum da Bolsa, com lotes maiores e sem limite de compra.
(c) Trilha Institucional: destinada a fundos, family offices e investidores qualificados que desejarem compor carteira minoritária.
Esse modelo garante que o torcedor será priorizado, mantendo a essência democrática da SAFiel.

4. Processo operacional: CVM, B3, prospecto e compliance
O processo de abertura seguirá regulamentação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), incluindo oferta pública registrada na B3. Serão elaborados prospectos detalhando: valuation, riscos, projeções, governança e destino dos recursos. A SAF Corinthians adotará rígido compliance corporativo, com auditoria internacional (PwC, EY, KPMG ou Deloitte) e Conselho Fiscal independente. Também será criada uma Política de Divulgação e Negociação de Valores Mobiliários, proibindo insider trading e reforçando transparência absoluta para o investidor.

5. Uso dos recursos captados: saneamento, base, futebol e infraestrutura
Os R$ 1,9 bilhão captados serão destinados a quatro eixos:
(1) Saneamento financeiro total: liquidação de dívida bancária, trabalhista e fornecedores estratégicos.
(2) Reforço de caixa operacional: equilíbrio de fluxo financeiro, folha salarial e adiantamento de receitas.
(3) Categoria de Base + Centro de Treinamento: ampliação, captação, tecnologias de desempenho e formação de atletas.
(4) Departamento de Futebol Profissional: modernização, scout europeu, tecnologia, equipe de análise e alto desempenho.
A eliminação das dívidas permitirá ao Corinthians reinvestir receitas anuais de R$ 1 bilhão com eficiência e governança, restaurando competitividade.

6. Governança corporativa e proteção do controle
Mesmo com 30% destinados a empresas e 19% ao mercado, o Corinthians manterá controle absoluto com 51%, garantindo:

Voto majoritário
controle esportivo
poder de veto
autonomia em contratações e política esportiva
decisões estratégicas protegidas por “blindagem estatutária”
Além disso, conselheiros independentes, compliance e auditoria internacional garantem profissionalização e sustentabilidade do modelo.

7. Engajamento popular: o maior IPO esportivo do mundo
Com ações de R$ 50, torna-se possível atingir um número massivo de torcedores:

Com 1 milhão de investidores: média de R$ 1.900 por pessoa (38 ações).
Com 700 mil investidores: média de R$ 2.714 por pessoa.
A sustentabilidade do preço torna o IPO acessível e cria o maior engajamento popular da história do esporte brasileiro, colocando o Corinthians como o clube pioneiro em democracia financeira no futebol.

8. Resultados esperados: reconstrução e hegemonia
O somatório de aportes das empresas (R$ 3 bilhões) e da SAFiel (R$ 1,9 bilhão) cria uma operação total de R$ 4,9 bilhões, o maior plano de reconstrução financeira já proposto para o Corinthians. A dívida seria eliminada imediatamente; o clube adotaria modelo profissional, com capacidade de investir em elenco, base e estrutura sem comprometer o orçamento. Seria o renascimento administrativo e competitivo do Corinthians, com visão de longo prazo no padrão europeu e participação direta da torcida.

9. 3 grandes empresas poderiam ser uma dessas:

1) A Nike (por exemplo, a Adidas é dona de parte do Bayern) - porque já é patrocinadora e tem relação de longa data com o clube.

2) BYD - poderia se projetar ainda mais no mercado brasileiro, em que a tendência é de crescimento absurdo nos próximos anos com mais carros híbridos/elétricos. Quem se posicionar melhor vai abocanhar grande parte do mercado e a empresa precisa fazer isso.

3) Fundo Árabe - porque eles têm bala na agulha.

4) Amazon - empresa bilionária do setor de varejo que cresce todo ano com a aquisição de galpões por demanda.

5) Mercado Livre - concorrente da Amazon e também cresce todo ano, necessitando de mais galpões.

6) XP Investimentos ou BTG - Gestão de fundos bilionários e poderia fazer uma série de ações com cartões, promoções, etc. O Guilherme Benchimol é o fundador da XP.

10. Em resumo, o clube seria todo dividido, entendem? Parte da torcida, parte das grandes empresas e parte dos sócios. Esse projeto sim daria muito certo. Acredito que apenas a SAFiel é um projeto muito genérico. Alguém precisa comandar o clube, ter experiência de gestão, profissionalismo, etc. Ou então cada um vai querer comandar e vira bagunça e anarquia. É preciso atualizar ou fazer um novo estatuto. A mudança é urgente!

Vai, Corinthians!

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Réplicas desse post

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Alexandro 1.078 posts

@d.ale em 14/07/2026 às 09:00

Referência ok

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B 16.565 posts

@brunorcavalcante em 14/07/2026 às 08:25

Há poucos anos, o Corinthians (cube, estrutura, marca, torcida, estádio, todo o patrimônio envolvido, branding, etc.) era uma marca bem próxima da do Los Angeles Lakers.

Ocorre que a coisa desandou nas últimas gestões (do Duílio pra cá).

O Lakers também estava caindo e já não era mais o mesmo, mas a marca sempre foi muito grande e muito respeitada. Olha o que aconteceu com eles: os donos foram espertos e venderam...

https://ge.globo.com/basquete/nba/noticia/2025/06/19/familia-dona-dos-lakers-vai-lucrar-74x-com-venda-da-franquia-veja-valores.ghtml https://ge.globo.com/basquete/nba/noticia/2025/06/19/familia-dona-dos-lakers-vai-lucrar-74x-com-venda-da-franquia-veja-valores.ghtml ge.globo.com

https://www.espn.com.br/nba/artigo/_/id/15893420/nba-aprova-venda-los-angeles-lakers-mark-walter-dono-bilionario https://www.espn.com.br/nba/artigo/_/id/15893420/nba-aprova-venda-los-angeles-lakers-mark-walter-dono-bilionario espn.com.br

E o Lakers foi vendido por uma bagatela de 10 Bi de dólares.

O Corinthians, há pouco tempo, estava avaliado em 2 bi de dólares, que é justamente mais ou menos R$ 10 Bi, mas a nossa torcida tem muita força e os sócios também não deixaria que o clube fosse vendido. O que eu fiz:

Pra ficar bom pra todo mundo, coloquei o patrimônio total da marca Corinthians (cube, estrutura, marca, torcida, estádio, todo o patrimônio envolvido, branding, etc.) e desdobrei... Fiz uma divisão detalhada e estratégica acima, pegando o modelo do Bayern, misturando com a SAFiel e ainda com o clube com o controle principal de 51%.

Ou seja, eu venderia 49% do Corinthians, que daria no total R$ 4 Bilhões e 900 milhões de reais, mas o clube continua sendo o principal controlador com 51%, sem falar que 30% iria para grandes empresas e 19% seria a SAFiel com participação da torcida.

O projeto está todo detalhado aí e, modestamente falando, foi o melhor que eu fiz.

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