Desde Paulo Nunes...
Opinião de Jorge Freitas
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Corinthians tem o passado muito ligado ao movimento da Democracia Corinthiana
Foto: Divulgação / Corinthians
Nesta quarta-feira, uma imagem me fez ter um sentimento pelo qual não sentia desde o início deste século.
Para ser mais preciso, em 22 de janeiro de 2001, um atacante, que zombou do clube enquanto defendia o maior rival, foi oficialmente apresentado com direito a sirene tocada no Parque São Jorge.
19 anos depois, outro personagem que polemizou com declarações contra o clube e sua história apareceu vestindo nosso manto.
Não se trata de gostar ou não de Jair Bolsonaro, de achar que ele faz um bom ou um mau governo, nem ser de esquerda ou de direita, mas sim entender que o político não perde a chance de alfinetar nosso clube e que, inclusive, já ameaçou tomar nossa Arena Corinthians, mesmo que em tom de "brincadeira".
Além disso, suas declarações anti-democráticas contradizem a história e luta política que já existiram no Timão.
Desde Paulo Nunes eu não me sentia triste em ver a nossa camisa no corpo de alguém.
E olha que não faltaram pernas de pau nessas quase duas décadas passadas.
Mas é que respeito não se compra na esquina.
Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Meu Timão.
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