Marcela Jussara
Pega a última eleição do Corinthians: 5 mil pessoas votando num clube que se orgulha de ser uma nação com mais de 30 milhões de torcedores. O volume de votos é tão inexpressivo quanto às eleições indiretas de 1978 em meio à ditadura Militar no Brasil.
A hipocrisia já começa aí, mas vai além. Os conselheiros do Corinthians fazem de tudo para manter os pequenos poderes e privilégios. O futebol sustenta o clube social e o clube social faz o que quer do futebol. O Parque São Jorge faz o que quer dos torcedores.
Fiel torcedor não poder votar é hipocrisia.
Esperar 5 anos para poder votar é hipocrisia. É afastar o torcedor do poder que os dirigentes detém.
Hoje quatro membros do Cori são ex-presidentes com os mesmos pensamentos e mesmos ideais. Acredito que nenhum deles sequer doou um real para projeto de quitação da Neo Química Arena. Eles não estão nem aí para o Corinthians, só pensam no próprio poder.
Aí a gente vê frases repugnantes como essa do presidente do Cori, dizendo que o Corinthians não pertence à própria torcida. Torcida que sustenta o próprio clube.
A torcida do Corinthians está mostrando mais força do que nunca com essa arrecadação. E é hora de ir além. É hora de trazer o Corinthians de volta à própria torcida.
em Bate-Papo da Torcida > A frase do presidente do Cori é uma afronta a 36 milhões de torcedores









