Carlos Medeiros
Eu ia criar um tópico disso... A única explicação de uma factoring na frente do projeto, não é por mais visibilidade, é justamente para adiantar receitas futuras...
O tal 5bi de reais nada mais é do que a soma de possiveis ganhos que o clube vai ter:
- NR da Arena vale 1bi em 10 anos
- NR do CT vale 500mi em 20 anos
- Nike vale 1.3bi em 10 anos
A soma disso e outros que se chegaram nos 5bi... A factoring participaria junto captando e adiantando, a questão é, estamos falando de antecipação de receita no curto prazo, e a longo prazo? Estão contando em aumento de receita de outras frente, negociações de dividas, etc? Vai depender de novas receitas a longo prazo
É possível? Até seria... Mas todo processo poderia ser melhor explicado...
em Bate-Papo da Torcida > A verdade oculta da GSP Holding
Em resposta ao tópico:
Muitos tópicos comentando sobre este possível parceiro, mas talvez não tenham se atentado ao principal.
Se denomina Holding por gerir várias outras empresas do grupo, da qual a GSP Bank of Assets é uma delas. Este não é um banco de operação comum, é uma empresa que troca créditos à prazo por dinheiro imediato para outras empresas. Não tem clientes com CPF, somente CNPJ. Então, o interesse dela não é captar clientes corinthianos ou fazer marketing, isto é, ela não fará investimentos no clube.
Ontem, o André não quis explicar (não quis porque ele sabe o que seria esse tipo de aporte), mas a empresa funciona com factoring, que é o fomento mercantil a empresas, que oferece dinheiro imediato para fluxo de caixa em troca de créditos no prazo. É como um adiantamento, ' um empréstimo consignado' sem juros, mas com desconto à vista.
Isso ficou claro quando André Castro falou que em seus contatos tentou buscar empréstimos a juros baixo, mas essa empresa surgiu como financiadora deste projeto bilionário.
Um provável exemplo é que, no novo contrato da Nike, ela pode antecipar uma grande parcela em troca dos créditos futuros: o Corinthians tem direito a R$ 53mi por ano, em um contrato de 10 anos. Ela pode oferecer ao clube um repasse imediato de R$ 400mi, em troca da total garantia deste contrato com a Nike (R$ 53mi), além de possíveis outras exigências.
E com certeza, a cifra inflacionada de US$ 1 bi se deve à toda estrutura Corinthians que ela pode 'atravessar' para captar recursos com mais patrocinadores, como arena, ingressos, uniforme, CT, Parque São Jorge, etc.
O Corinthians pode até receber essa ajuda, mas não imagino que chegue a essas cifras colocadas na carta de intenção, pois seria um contrato de restrição de receitas futuras para além de um mandato presidencial, e isso é algo que os Conselhos podem argumentar contra.
Preocupa o fato de que a figura que trouxe isso a tona, André Castro, não querer explicar isso em uma coletiva que tinha o puro objetivo de apresentar a carta de intenção. Tudo já está muito obscuro no clube, e ele não quis esclarecer muita coisa ontem quando poderia.




