Joao Ferreira
Flamengo, Palmeiras tem presidente já milionários ou até bilionários, como era o Rodolfo Landim do Flamengo, Leila Pereira e agora o Bab. Não tem porque roubar, diferente do Corinthians que coloca esses ratos falidos na presidência. Duílio do Bingo, Andrés Sanchez de feirante a magnata do futebol, Augusto Melo empresário mediano. Todos querendo fazer a vida nas custas do Corinthians.
em Bate-Papo da Torcida > Por que o Corinthians não pode ser potência sem SAF, Herói Vicente?
Em resposta ao tópico:
Quando Herói Vicente diz na entrevista a Marília Ruiz, no Derby Todo Dia, que “Flamengo e Palmeiras são uma potência sem ser SAF” e emenda, em tom de provocação, “e por que o Corinthians não pode ser? ” , ele finge não enxergar o óbvio: o Corinthians não consegue seguir o caminho de Flamengo e Palmeiras porque está dominado por dirigentes politicamente queimados, tecnicamente incapazes e moralmente desacreditados.
A diferença não está no modelo SAF ou associativo em si, e sim em quem manda. Flamengo e Palmeiras profissionalizaram a gestão, trataram dívida com plano, blindaram o clube contra o uso privado do patrimônio.
No Corinthians, o que se vê é o contrário:
1. Cartões corporativos sob investigação do MP-SP,
2. Suspeitas em série sobre uso de recursos do clube, ex-presidentes e dirigentes respondendo a inquéritos, enquanto o discurso oficial tenta vender “projeto de potência”.
Quem transforma um gigante em caso de polícia não tem autoridade moral para falar em potência sem SAF.
Some-se a isso um Parque São Jorge desconectado da arquibancada, onde boa parte dos associados parece mais preocupada com bocha, piscina e churrasco do que com governança, futebol profissional e transparência.
Enquanto o torcedor comum paga a conta sem ter voto, o clube segue refém de um modelo associativo capturado por grupos que se protegem entre si, independentemente do resultado em campo ou do rombo no balanço.
Por isso, a resposta à pergunta de Herói Vicente é simples e dura:
O Corinthians não é potência sem SAF porque, com esse tipo de dirigente e esse modelo associativo falido, o caminho não é de grandeza — é de Série B, Série C ou, no limite, de fechar as portas.

