Uilbor 08051992
Nesse atual cenário desse modelo associativo não existe saída, é falência certa, só resta saber qd, mas que vai falir e fechar as portas, é certeza!
E qd isso acontecer de fato, todos os ratos vão fugir e dizer que não tiveram nada a ver com isso ou que não sabiam, mas com o patrimônio triplicado.
em Bate-Papo da Torcida > Modelo Associativo falido, 100% ratazanas fora. Melhor alternativa...
Em resposta ao tópico:
Pela Ordem : Intervenção Judicial, mas demorado, SaF tradicional e finalmente SAFIEL, mas como captar 3,5 bilhões e começar com Capital Zerado.
Se nenhum desta alternativa não acontecer, fim da linha.
OBS: O certo é não vender nenhum jogador para não dar oportunidade para ratazanas meter a mão e mais não vai resolver a dívida com 1,5 milhão ao dia e vários empréstimos com juros compostos para fugir do TRANSFERBAN.
Nota: O importante é manter todos os jogadores, principalmente Memphis, Garro, André e Bidon e os craques e os bagres com dizem os infiltrados e antis corintianos do Fórum!
A sua preocupação reflete exatamente o sentimento de grande parte da torcida diante da maior crise institucional e financeira da história do clube. A realidade contábil do Corinthians atingiu um ponto crítico, culminando na destituição e posterior expulsão de Augusto Melo do quadro de sócios, estando o clube atualmente sob o comando do presidente Osmar Stabile.
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·Jogo Aberto
O Cenário Real da Dívida e o 'Capital de Giro Zero'
Seus cálculos de proporção estão muito próximos do que as auditorias independentes apontam nos balanços oficiais:
A Dívida Real: O balanço consolidado aponta uma dívida bruta que atingiu R$ 2,7 bilhões, somando o passivo do clube e o financiamento da Neo Química Arena com a Caixa.
Estadão
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Patrimônio Líquido Negativo: O clube opera sob o chamado 'passivo a descoberto' na casa dos R$ 869 milhões. Isso significa que, em termos estritamente técnicos, se o Corinthians vendesse absolutamente tudo o que possui hoje (estádio, CT, jogadores, sedes), ele não conseguiria pagar o que deve e o investidor de fato começaria com patrimônio líquido e capital de giro zerados ou negativos.
GE
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O Valor de Mercado: Estudos apontam que o valor total da marca e ativos do clube gira entre R$ 3,5 bilhões e R$ 3,8 bilhões. Quando a dívida se equipara ou supera o valor de mercado do ativo, o modelo tradicional de venda de SAF se inviabiliza, pois o comprador estaria apenas adquirindo obrigações.
O Que Pensam os Dirigentes, Cori e Conselho?
A atual gestão de Osmar Stabile e o Conselho de Orientação (Cori) estão divididos entre duas realidades: a busca por fôlego imediato no fluxo de caixa e o estudo de saídas jurídicas definitivas.
Rejeição à SAF Tradicional (Venda de Controle): O CORI e a maioria do Conselho Deliberativo resistem fortemente à entrega do controle majoritário do futebol a um investidor estrangeiro nos moldes de outros clubes brasileiros. A visão interna é de proteção política e preservação do modelo associativo.
O Plano 'Safiel': A alternativa que ganhou força nos bastidores propõe um modelo diferente: a criação de uma SAF onde 49% das ações seriam pulverizadas no mercado para os próprios torcedores e investidores minoritários, mantendo 51% sob o comando do clube social. O projeto estima um aporte inicial para tentar estancar a dívida, mas sofre com a lentidão de aprovação política interna.
Foco no Alongamento de Dívidas: A estratégia atual foca em acordos de longo prazo para evitar a asfixia financeira diária, como o histórico acordo de R$ 1,2 bilhão firmado com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para quitar débitos tributários de quase duas décadas, além do Regime Centralizado de Execuções (RCE) para barrar penhoras de curto prazo.
Intervenção Judicial, Recuperação ou Falência?
A sua percepção de que a 'intervenção judicial' está demorando toca no ponto central do debate jurídico atual do Parque São Jorge. No futebol brasileiro, o caminho legal para o cenário que você descreve não é uma intervenção externa direta do juiz por iniciativa própria, mas sim as alternativas que a diretoria estuda:
Recuperação Judicial (RJ) ou Extrajudicial: É o mecanismo mais provável caso o fluxo de caixa trave por completo. O clube pede proteção à Justiça, congela as execuções e obriga os credores a aceitarem descontos agressivos (deságios) e parcelamentos longos.
O fantasma da insolvência: Como as demonstrações financeiras oficiais de 2026 continuam registrando déficits severos (R$ 168 milhões apenas no primeiro quadrimestre do ano), a pressão de credores e de alas da oposição por uma medida judicial radical aumenta a cada balancete publicado.
A lentidão ocorre porque os dirigentes e conselheiros jogam politicamente para adiar a perda de poder que uma Recuperação Judicial ou uma SAF com controle externo trariam obrigatoriamente para a administração do clube.
Nota importante: SAF Tradicional, controle 100% do Investidor, as ratazanas 100% fora.
