Moisés Santos
Eu sou formado em Administração, aprendi na faculdade sobre Plano de Negócio, ele é a base de todo projeto, você pode ter uma baita ideia de empreendimento, que se você não chegar nos bancos, como por exemplo o BNDS com tudo bem claro, principalmente em relação as fontes de recursos, eles não te dão o crédito. Eu apenas disse que os idealizadores da SAfiel não deixam claro onde e como vão buscar os recursos, se estão apostando unicamente na venda das tais 'cotas', esqueçam, o Corinthians não pode depender da fé de que torcedores endinheirados vão investir seu dinheiro em cotas do Clube.
em Bate-Papo da Torcida > Fico me perguntando o que as organizadas estão esperando para...
Em citação ao post:
Acho que você não entendeu o projeto que é um dos mais estruturados possíveis, reconhecidamente por especialistas da área financeira e jurídica. Equivoca-se ao considerar que o aporte financeiro virá de 'grandes investidores e torcedores com alto poder aquisitivo' já que o projeto considera abrigar até 400 mil torcedores adquirindo cotas de R$ 250 (uma mensalidade de sócio do clube ou 10 meses de Fiel Torcedor) até um limite de R$ 50 milhões (2% dos votos). Os tais grandes investidores PJ (sem direito a voto) são o plano B, caso não atinjam o valor mínimo apenas entre torcedores (CPF) e existe limite máximo de investidores PF que queiram investir no topo dos R$ 50 milhões.
O projeto considera um limite de 400 mil CPFs que representa pouco mais de 1% dos 35 milhões de torcedores que entenderem o projeto e que vão investir nele para salvar o futebol do Timão. Para quem vai comprar cotas é até melhor que muito torcedor não entenda o projeto pois, desta forma, a concorrência pelas cotas será muito menor especialmente para quem pretende investir mais de 10 cotas (R$ 2,5 mil).