Murilo Augusto
Cara a realidade do futebol brasileiro é ser celeiro, forma pra vender, e isso não vai mudar, problema da seleção não é isso, mas sim não formar mentalmente e fisicamente, deixar por conta do talento bruto.
A diferença que faria aqui ser diferente do que no Bahia, se chama prestigio, arthur n foi oferecido ao Bahia, foi ao Corinthians mesmo quebrado, pq os empresarios sabem que no Corinthians vai ter mais visibilidade do que no bahia, logo podemos concluir que serão oferecidos mais jogadores querendo retornar da Europa para clubes grandes como corinthians/sp/santos do que pra clubes pequenos como Bahia/ rb/ coritiba, por mais ricos que sejam.
Com tempo isso pode mudar, bahia pode começar a ter prestigio, mas é papo de 10 anos, e nesses 10 anos tem que ter títulos nacionais e continentais
em Bate-Papo da Torcida > Sobre a ideia de um fundo árabe comprar o Corinthians
Em resposta ao tópico:
Como você acha que seria se isso acontecesse? Investimentos pesados, de bilhões, para ganhar todos os campeonatos possíveis ou simplesmente um clube satélite, como o Bahia, que serve apenas como formador e fomentador de talentos para a Europa? Para o Bahia, isso serve muito bem, mas, para o Corinthians, isso seria suficiente?
Lembrem-se de que o Corinthians disputa o Campeonato Brasileiro, um dos mais desorganizados do mundo, e que não atrai o interesse dos grandes empresários estrangeiros para altos investimentos, exceto na formação de atletas.
Se o Corinthians tivesse que ter um dono, eu gosto mais da ideia de que um corintiano bilionário, com identificação com o clube, fosse esse proprietário. Assim, a vontade de conquistar títulos e tornar o Corinthians cada vez mais protagonista seria maior, e o clube não seria apenas um satélite de equipes da Europa, como acontece com o Bahia e o Botafogo em seus respectivos grupos. Mas cadê esse corintiano?
Enfim, é um ponto a se pensar.