All Colatra
As pessoas precisam entender mais a função de um capitão antes de falar besteira
O capitão não é o melhor jogador e nem o mais técnico. O Romero é quem tem mais tempo de casa, é quem tem maior identificação com os torcedores, é quem sempre da as caras para a imprensa nos momentos ruins, é quem motiva e cobra dentro do vestiário
Esse tipo de tópico criticvando o Romero para caçar like virou rotina aqui nesse site, como se o Romero fosse o problema do clube inteiro que está uma completa bagunça
E só para constar, se não está feliz com o que acontece dentro da Arena, vai lá, pague o seu ingresso, se desloque até o local, etome as atitudes que acha que deve, mas ficar criticando sentado no sofá é complicado
em Bate-Papo da Torcida > Romero Capitão: O retrato do Corinthians medíocre!
Em resposta ao tópico:
Angel Romero ser o capitão do Corinthians em 2025 é uma piada de extremo mau gosto, e o pior é que ninguém está rindo, só os rivais. Um atacante absolutamente medíocre, tecnicamente fraco, sem poder de decisão, sem personalidade em jogo grande, virou o “líder” de um time gigante. Isso é inaceitável, é o retrato exato do buraco em que o clube se enfiou.
O que Romero representa hoje é o Corinthians pequeno, sem ambição, sem cobrança, sem vergonha. Uma torcida de estádio que vê um jogador perder gols absurdos na cara do gol e ainda o aplaude de pé quando ele sai de campo, só porque corre feito um maluco e dá carrinho no lateral adversário. A torcida virou refém da ilusão da 'raça'. Como se correr fosse sinônimo de jogar bola. Como se fazer firula inútil ou dar entrevista pós-derrota fosse suficiente pra carregar a braçadeira de capitão.
Romero não lidera, não decide, não assusta ninguém. Em clássicos é irrelevante. Em mata-matas, desaparece. Em finais, some. Mas continua sendo endeusado por uma parcela da torcida e da imprensa que se apega a mitos porque não tem coragem de encarar a realidade: ele é fraco. É esforçado? Sim. Mas futebol de alto nível não sobrevive de esforço sozinho.
Enquanto Romero for o “símbolo” do time, o Corinthians vai continuar nessa espiral de mediocridade. Porque ele não tem nível para ser titular, muito menos para ser líder técnico, moral ou emocional. O que está acontecendo é uma distorção completa do que significa representar o Corinthians.
O Corinthians grande morreu quando começou a aplaudir carrinho no meio de campo como se fosse gol de final. Quando começou a chamar de ídolo um jogador que não entrega nada além de suor e frases feitas.
Angel Romero não tem culpa de ser limitado. A culpa é de quem olha para essa limitação e enxerga liderança.
Enquanto isso, o clube afunda com um “capitão” que simboliza perfeitamente o que o Corinthians virou: um gigante largado e roubado a anos, que se contenta com migalhas e vive de narrativa.
Salvem o Corinthians!




