Cleiton Q
Eu não vi a entrevista, até porque tenho pouca admiração por esse senhor que esteve preso durante a operação lava jato.
No entanto, como já comentei aqui em outros posts, essa história e voto por CPF não tem pé nem cabeça. Isso afetaria seriamente a captação e por um simples motivo: porque eu iria gastar 1 milhão em ações se quem gastou 1000 reais tem o mesmo poder de decisão que eu?
Isso não tem o menor sentido e as pessoas precisam entender isso, não é um cálculo muito difícil de se fazer.
Uma pessoa que aporta 1 milhão, equivale a MIL pessoas que aportam apenas MIL REAIS!
O projeto precisa ser viável e, do jeito que ele está, não tem muito o que mudar, muito menos algo que impacte diretamente na captação.
Tem um monte de gente surfando nessa onda e falando apenas o que a torcida quer ouvir, para ganhar mais seguidores, apenas isso. Ele é bem inteligente pra saber que isso não é viável.
Ou pergunta pra ele se ele aceitaria que eu tivesse o mesmo poder de voto dele em uma empresa onde eu tenho 1 ação e ele tem 1 milhão de ações.
em Bate-Papo da Torcida > José Kobori sobre a SAFIEL
Em resposta ao tópico:
José Kobori, economista renomado, especialista em finanças, palestrante, professor e consultor financeiro de grandes empresas, concedeu ontem uma entrevista ao canal Voz da Arquibancada FC, na qual comentou sobre o projeto Safiel. Segundo ele, trata-se de uma iniciativa muito bem estruturada, com uma governança sólida e bem planejada. Apesar dos elogios, Kobori destacou um ponto que, em sua visão, poderia ser aprimorado: a democratização do voto. Para ele, o ideal seria que cada CPF tivesse direito a apenas um voto, independentemente da quantidade de ações que possuísse. No entanto, essa mudança esbarra na legislação da SAF, que não permite equiparar o peso do voto de quem possui muitas ações ao de quem possui apenas uma, porém, segundo ele, isso pode ser superado através de alguns mecanismos.
De forma geral, Kobori demonstrou grande aprovação ao projeto. Ele também abordou a questão da captação financeira, afirmando ser plenamente possível levantar os 2 bilhões desejados — algo que considera até simples, dado que o Corinthians é um produto altamente vendável. Com a valorização do clube, o ativo tenderia a se valorizar naturalmente. Segundo ele, 2 bilhões representam pouco para o mercado financeiro, e há grande viabilidade de que a Safiel alcance esse montante.
Esse posicionamento ajuda a sanar dúvidas recorrentes entre torcedores, especialmente daqueles que aguardavam a opinião de um especialista de alto nível sobre a questão financeira. Ouvir alguém com o conhecimento e a capacidade de José Kobori reforça a confiança no projeto, especialmente para quem ainda não se convenceu apenas pelas informações divulgadas pelos idealizadores da Safiel. Avaliações externas e imparciais como a dele contribuem para que mais torcedores enxerguem o projeto como uma alternativa positiva para o Corinthians.










